Projetos de Pesquisa

 

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Wanilson Luiz Silva

Ciências Exatas e da Terra

Geociências
  • dinâmica de elementos terras raras e razões isotópicas (147sm/144nd, 143nd/144nd, 87sr/86sr) em sedimento, água e biota de ambiente estuarino subtropical, sudeste do brasil: físico-química e mobilidade geoquímica
  • O presente projeto de pesquisa almeja investigar a geoquímica de elementos terras raras (ETR) em sedimentos de ambiente estuarino subtropical, sua solubilidade em água intersticial e sua transferência à biota exposta. O estudo será desenvolvido no sistema estuarino de Santos-Cubatão (SE do Brasil), o qual abriga uma das áreas mais industrializadas da América Latina, e apresenta ambientes estuarinos contrastantes em termos de impactos industriais e atividades humanas urbanas. Em geral, estudo de ETR em organismos e seu uso como marcadores de fonte (geogênica e antrópica) não são muito bem fundamentados na literatura, especialmente em ambientes estuarinos tropicais e subtropicais. A área de estudo apresenta características como a presença de indústrias de fertilizantes com histórico de contaminação de ETR, e isso proporciona um ambiente adequado para este tipo de pesquisa. A fim de contribuir para uma melhor compreensão do comportamento de ETR na biosfera, especialmente estuários e manguezais associados, este projeto explora o uso destes elementos e das razões isotópicas (147Sm/144Nd, 143Nd/144Nd, 87Sr/86Sr) como traçadores de fontes natural e antrópica entre a biota (músculo e carapaça de caranguejos – Ucides cordatus, músculo de peixes) e os compartimentos sedimentar e aquoso. O estudo pretende verificar os mecanismos físicos e químicos que promovem a solubilidade e precipitação destes elementos em um ambiente estuarino, e consequentes rotas de transferência para os organismos naturalmente expostos. Em adição, esta pesquisa vai ajudar a entender a história de acumulação de ETR nos sedimentos, e discriminar entre as origens geogênica (background) e antrópica.
  • Universidade Estadual de Campinas - SP - Brasil
  • 01/06/2017-31/05/2020
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Wanius José Garcia da Silva

Ciências Exatas e da Terra

Física
  • química bioinorgânica de monooxigenases líticas de polissacarídeos de insetos
  • As monooxigenases líticas de polissacarídeos (LPMOs) formam uma classe de metaloenzimas (dependentes de Cu+2) recentemente descobertas que se ligam a regiões cristalinas de polissacarídeos e realizam a sua clivagem através de mecanismo de oxidação. Quatro famílias dessas enzimas foram identificadas as quais podem oxidar diferentes polissacarídeos como celulose, quitina e amido. Essas metaloenzimas oxidativas atuam facilitando a ação de outras enzimas hidrolíticas aumentando a eficiência de degradação de diferentes polissacarídeos. Neste contexto, as LPMOs são enzimas com grande potencial para aplicações tecnológicas, especialmente como complementos em coquetéis lignocelulósicos para a degradação da biomassa e produção de etanol de segunda geração. Neste projeto de pesquisa, nós propomos estudar as LPMOs dos insetos Coptotermes gestroi, Drosophila yakuba e Bombyx mori. As metaloenzimas de insetos serão clonadas, produzidas em bactéria e purificadas através de métodos cromatográficos. As atividades enzimáticas (especificidades) serão estudadas em diferentes polissacarídeos. A termodinâmica de interação das LPMOs com íons metálicos será estudada por espectroscopia de fluorescência e calorimetria de titulação isotérmica (ITC). As estruturas secundária e terciária das LPMOs serão estudadas por espectroscopia de dicroísmo circular (CD), espalhamento dinâmico de luz (DLS) e espalhamento de raios X a baixos ângulos (SAXS). As estruturas tridimensionais das LPMOs serão determinadas por difração de raios X (XRD, cristalografia de proteínas). Os resultados oriundos deste projeto de pesquisa permitirão uma melhor compreensão do modo de ação das LPMOs de insetos e do papel de íons metálicos (química bioinorgânica) no mecanismo catalítico dessas enzimas. Essas LPMOs de insetos possuem grande potencial como suplementos em coquetéis lignocelulósicos comerciais.
  • Universidade Federal do ABC - SP - Brasil
  • 18/02/2019-28/02/2022
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Warde Antonieta da Fonseca Zang

Outra

Ciências Ambientais
  • cvt apinajé - formação de jovens e mulheres
  • Vide projeto anexo A proposta de projeto tem como pressuposto metodológico a criação CVT APINAJÉ - FORMAÇÃO DE JOVENS E MULHERES, a partir da parceria sólida entre o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Goiás com a Universidade Federal de Goiás e várias outras instituições do Centro-Oeste e núcleos de pesquisa ligadas a Rede Centro Oeste de Agroecologia, além de colaboração de parceiros internacionais (parcerias consolidadas) nos aspectos de internacionalização do capital natural brasileiro representado pelos seus elementos dos sistemas agroecológicos e orgânicos de produção, tais como, biodiversidade, solos férteis, água, clima e vegetação, energia solar e seus serviços naturais. O CVT APINAJÉ - FORMAÇÃO DE JOVENS E MULHERES tem caráter regional e pretende integrar-se com a comunidade científica nacional e internacional, docentes, pesquisadores, extensionistas, multiplicadores, estudantes e profissionais de instituições nacionais e internacionais que pesquisam sistemas de produção aplicáveis na gestão sustentável de áreas agrícolas com temas ligados a Agroecologia e uso dos produtos da sociobiodiversidade, além de uso da água e proteção de nascentes, proteção dos biomas e ecossistemas, cultivo integrado com criação de animais, auto sustento da família, gerenciamento de insumos locais ou da propriedade, energia renovável de resíduos. A integração e a parceria que ocorrem entre núcleos e grupos desta natureza são de fundamental importância para o desenvolvimento do território rural e o progresso da ciência e da tecnologia, proporcionando intercâmbios proveitosos e de alta significância para a agricultura sustentável, geração e manutenção de parcerias de grande impacto, tecnologias alternativas e desenvolvimento regional. A expansão das áreas de produção orgânica e de base agroecológica tem aumentado paulatinamente a participação da região. Esse cenário econômico proporciona amplas oportunidades para debate sobre questões ambientais relativas ao uso sustentável dos recursos naturais, visando sua conservação conjuntamente ao desenvolvimento econômico. Os parceiros se propõem organizar um centro de referência de alta qualidade, proporcionando aos participantes uma rica troca de experiências e práticas, bem como o compartilhamento do conhecimento advindo de pesquisas e estudos voltados para o tema Agricultura e Meio Ambiente, com especial destaque para os problemas que ocorrem na região do Bioma Cerrado e no Brasil. Palavras Chaves: Agroecologia, Biodiversidade, Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, Meio Ambiente, Impactos Ambientais, Educação Ambiental, Juventude, Gênero e comunidades tradicionais.
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás - GO - Brasil
  • 01/12/2017-31/10/2020
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Warley Marcos Nascimento

Ciências Agrárias

Agronomia
  • "horta & escola" - feira de ciência e tecnologia da embrapa hortaliças
  • O ambiente escolar é um ambiente social onde ocorre uma maior receptividade e capacidade de adoção de novos hábitos e, ainda, as crianças e jovens são excelentes mensageiras e ativistas de suas famílias e comunidades. Assim, a utilização da inovação científica e tecnológica devem ser operacionalizadas como ferramentas de aprendizagem que contribuem para a concretização de uma educação mais igualitária. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, aqui representada pela Embrapa Hortaliças, vem nos últimos anos contribuindo com a formação de crianças e jovens por meio de parcerias com as instituições de ensino, aproximando cientistas, estudantes e professores para estimular, nas crianças e jovens, o interesse pelo conhecimento científico, através de atividades que demonstram como a ciência está presente na vida de cada um e destacam a contribuição da pesquisa agropecuária para o desenvolvimento nacional. Em especial, fortalece os laços que unem os ambientes urbano e rural, conscientizando os participantes sobre a necessidade da preservação ambiental, a importância da sustentabilidade e de práticas que garantam uma melhor qualidade de vida. Com o mote de reduzir a distância entre o conhecimento produzido e sua aplicação para melhoria da qualidade de vida, por meio da disseminação e popularização de soluções para problemas cotidianos, a feira “Horta & Escola: Feira de Ciência e Tecnologia da Embrapa Hortaliças” abre espaço para que instituições escolares apresentem projetos de pesquisa relacionados a algumas das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), com a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI), mas enfatizando sempre a importância da produção sustentável e o consumo de hortaliças, através de estímulos adequados para a realização de uma alimentação adequada em um ambiente saudável, e com isso auxiliar a diminuição da taxa de obesidade, anemia, entre outros, contribuindo assim, com a diminuição da desigualdade social. Além da apresentação dos projetos pelos estudantes, a comissão organizadora da “Horta & Escola” está propondo a realização de atividades complementares com o intuito de maximizar o "produto social final" esperado nas escolas, e mais do que isso, buscar a democratização real do conhecimento através da libertação do pensamento, da visão e do raciocínio crítico na formação do saber individual.
  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - DF - Brasil
  • 04/12/2018-31/12/2020
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Warley Marcos Nascimento

Ciências Humanas

Filosofia
  • ii horta & escola: feira de ciência e tecnologia da embrapa hortaliças
  • O processo pelo qual o conhecimento científico chega aos cidadãos é complexo e longo, principalmente em países como o Brasil, onde as dificuldades e as precariedades das escolas fazem com que estudantes e professores obtenham informações sobre os progressos da ciência nos artigos de jornais. Dessa forma, emerge a necessidade de uma maior difusão de conceitos científicos, para que todos possam ter uma postura crítica e indagativa diante do que a ciência e tecnologia apresentam à sociedade, permitindo a promoção da cultura científica entre os cidadãos, tornando-os capazes de participar ativamente de uma sociedade democrática. Afinal, o potencial de cada país para acompanhar o crescimento mundial depende fortemente de suas capacidades para inovar nos campos científicos, tecnológicos e sociais. A popularização da ciência deixa de ser um fim em si mesmo e adquire o significado de direito do cidadão e uma das condições necessárias à formação e capacitação dos indivíduos para lidarem com o mundo em que estão inseridos, bem como de se colocarem em uma situação de igualdade, tanto de conhecimento, como de oportunidades, como ainda despertar nos alunos dos ensinos fundamental, médio e técnico o interesse pela área científica e tecnológica, contribuindo para estimular o pensamento crítico e o desenvolvimento científico, social e humano do País. Nesse cenário, essa proposta assume um papel complementador, atuando como uma alternativa para cobrir a lacuna entre o saber escolar e o produzido nas instituições geradoras de ciência e tecnologia, como no caso da Embrapa, por meio da disseminação e popularização de soluções para problemas cotidianos, a II Horta & Escola abre espaço para que instituições escolares apresentem projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação que podem impactar positivamente para a redução das desigualdades que existem em nosso país, a proposta se justifica por oportunizar a popularização e a divulgação de ações desenvolvidas pelas instituições de ensino e por instituições de pesquisa, como a Embrapa e parceiros, que possuem o propósito de reduzir as desigualdades, empoderar segmentos da população e despertar o interesse pela ciência.
  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - DF - Brasil
  • 07/01/2020-31/01/2021