- Seg, 06 Mai 2013 18:40:00 -0300
Prêmio Jovem Cientista 2013 abre período para inscrições
O período de inscrições para o Prêmio Jovem Cientista está aberto. Podem concorrer estudantes do ensino médio, superior, mestres e doutores. A primeira fase segue até 30 de agosto. O prêmio é oferecido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o CNPq, a Fundação Roberto Marinho (FRM), a GE e Gerdau.
A partir desta segunda-feira (6), o período de inscrições para o Prêmio Jovem Cientista está aberto. Podem concorrer estudantes do ensino médio, ensino superior, mestres e doutores. Esta primeira fase segue até o dia 30 de agosto. O prêmio é oferecido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Fundação Roberto Marinho (FRM), e as empresas GE e Gerdau.
Nesta edição, o tema escolhido foi "Água: desafios da sociedade" e as linhas de pesquisa que terão propostas contempladas na categoria ensino médio, serão:
- Gestão de bacias hidrográficas;
- Tratamento e reuso da água;
- Água e saúde pública;
- Uso da água para geração de energia;
- Tecnologias para dessalinização da água.Já nas categorias ensino superior, mestres e doutores serão:
- Gestão inovadora dos recursos hídricos aplicada ao uso do solo e à gestão ambiental;
- Tecnologias inovadoras para despoluição de bacias hidrográficas e sua integração com as dos sistemas estuários e zonas costeiras;
- Ecotecnologias no tratamento de águas residuárias, industriais e urbanas, esgotos domésticos, águas pluviais e despoluição;
- Uso racional e eficiente da água: gerenciamento, aproveitamento e reuso;
- Utilização de tecnologias de sensoriamento remoto na avaliação dos recursos hídricos;
- Uso da água e da energia e aplicação de tecnologias inovadoras que promovam sua sustentabilidade;
- Contaminantes emergentes (disruptores endócrinos, fármacos, resíduos orgânicos): detecção e remoção em sistemas de abastecimento de água;
- Uso de membranas no tratamento da água;
- Causas e conseqüências das florações de cianobactérias em mananciais de abastecimento de água;
- Gerenciamento da água no meio urbano: novas tecnologias para minimizar alagamentos;
- Eventos hidrológicos extremos e sistemas de alerta;
- Impactos das mudanças climáticas nos recursos hídricos.O CNPq prevê lançamentos do prêmio nas cinco regiões do país, e notadamente no Nordeste, por ocasião da 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Além disso, vai promover, a partir de maio, visitas de divulgação às universidades e Fundações de Amparo à Pesquisa (FAP´s), com a participação de gestores estaduais de ciência, tecnologia, inovação, meio ambiente, educação e recursos hídricos.
Em 2013, a equipe do XXVII Prêmio Jovem Cientista propõe a utilização de um kit pedagógico direcionado aos professores do Ensino Médio, que desejarem discutir o tema Água com seus alunos. O kit contém: um Caderno do Professor, com ilustrações e exemplos relacionados às linhas de pesquisa sugeridas; um Caderno com seis Planos de Aula; e 12 Fichas de Atividades para proporcionar idéias de projetos de pesquisa aos estudantes. O material é distribuído gratuitamente às escolas e aos professores interessados e também estará disponível para download no site www.jovemcientista.cnpq.br , a partir deste mês de maio.
Oficinas¿ A novidade deste ano será a realização da Oficina de Projetos Científicos para estudantes do Ensino Médio, em dez localidades diferentes do país: Belém (PA), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Brasília (DF). Com duração média de quatro horas, as oficinas terão como objetivo a orientação dos interessados em participar do prêmio. Cada escola participante poderá indicar entre cinco e dez estudantes e um professor. As oficinas ocorrerão em maio e junho e as chamadas dos inscritos serão efetuadas pelo Facebook: www.facebook.com/premiojovemcientistaPremiações- Nas categorias Mestres e Doutores, os vencedores serão agraciados com R$ 30 mil (1º lugar); R$ 20 mil (2º lugar) e R$ 15 mil (3º lugar). Os estudantes do Ensino Superior receberão R$ 15 mil (1º lugar), R$ 12 mil (2º lugar) e R$ 10 mil (3º lugar) e os estudantes do Ensino Médio classificados em 1º, 2º e 3º lugares ganharão laptops.
Na categoria Mérito Institucional serão concedidos R$ 35 mil para cada uma das duas instituições contempladas com a premiação. Já o pesquisador indicado para a categoria Mérito Científico receberá R$ 20 mil. O CNPq concede ainda bolsas de estudo desde a iniciação científica até o pós-doutorado para os premiados e a GE oferece aos vencedores e orientadores, visitas técnicas às suas fábricas e laboratórios de pesquisa.
Tema- A superfície da Terra é coberta por 1,4 bilhão de quilômetros cúbicos de água. A roupagem azul que tanto encantou Yuri Gagarin, primeiro homem a ver o planeta do espaço, pode nos fazer acreditar que a água é um recurso que nunca faltará à sociedade. Já se sabe, entretanto, que apenas 0,003% desse volume pode ser aproveitado para saciar a sede, fazer a higiene e irrigar a agricultura. E essa pequena quantia é ainda ameaçada pelo desperdício e a poluição. Muitos são os problemas ocasionados pela má gestão dos recursos hídricos, mas também são muitas as soluções possíveis. Pensando nesse leque de soluções, o Prêmio Jovem Cientista aborda, este ano, o tema "Água: desafios da sociedade".
Prêmio- Criado em 1981, o Prêmio Jovem Cientista tem como objetivo incentivar a pesquisa no país e é considerado um dos mais importantes reconhecimentos destinados aos cientistas brasileiros. Os temas escolhidos em cada edição buscam soluções simples e acessíveis para os desafios da sociedade brasileira. Entre os assuntos abordados em edições anteriores estão "Saúde da população e controle de endemias", "Oceanos: fonte de alimentos", "Cidades Sustentáveis" e "Inovação Tecnológica nos Esportes". Para obter mais informações sobre o Prêmio Jovem Cientista, acesse www.jovemcientista.cnpq.br
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
Bolsista do Ciência sem Fronteiras é premiada nos EUA
- Sex, 24 Ago 2012 13:11:00 -0300
Bolsista do Ciência sem Fronteiras é premiada nos EUA
O aplicativo foi apresentado por Cíntia Kotsubo e sua colega norte americana Nicole Newman durante o projeto ¿Gig Tank¿, evento que se realizou durante o período de recesso escolar norte-americano na cidade de Chattanooga, Tennessee. Esta cidade tem sido denominada 'GigCity'¿ por ser a única do hemisfério ocidental a oferecer a seus 170 mil habitantes velocidades de internet de 1 gigabit/segundo, através de rede de fibra óptica. Os participantes foram desafiados a lançar ideias sobre futuras utilizações desta velocidade, que corresponde a cerca de 200 vezes a média nacional atual nos Estados Unidos.A aluna Cíntia Shizuko Kotsubo, da Universidade Federal de Ouro Preto, desenvolveu aplicativo que permite a tradução e reprodução direta da fala em tempo real
O aplicativo foi apresentado por Cíntia Kotsubo e sua colega norte americana Nicole Newman durante o projeto ‘Gig Tank’, evento que se realizou durante o período de recesso escolar norte-americano na cidade de Chattanooga, Tennessee. Esta cidade tem sido denominada 'GigCity'’ por ser a única do hemisfério ocidental a oferecer a seus 170 mil habitantes velocidades de internet de 1 gigabit/segundo, através de rede de fibra óptica. Os participantes foram desafiados a lançar ideias sobre futuras utilizações desta velocidade, que corresponde a cerca de 200 vezes a média nacional atual nos Estados Unidos.
Diante de uma audiência de cerca de 500 empresários, investidores e outros atores do setor tecnológico e de inovação, a aluna brasileira e sua colega Nicole Newman, da faculdade norte-americana Dartmouth, apresentaram em 9 de agosto o projeto denominado 'Babel Sushi' (http://babelsushi.net/), com o objetivo de redefinir o cenário da tradução de idiomas para permitir conversações em tempo real.
Diferente do Google Translate, que trabalha com tradução a partir de textos, o aplicativo deverá traduzir e reproduzir diretamente a fala. Uma das tecnologias a ser aplicada, 'geo-fencing', examinará conversas anteriores dentro da vizinhança do usuário para definir frases atualizadas e contextualizadas. Ao longo do tempo, a aplicação também irá memorizar e se adaptar ao jargão particular do usuário. Além disso, trechos de conversa serão corrigidos através de 'crowd-sourcing', e também poderão ser postados no Facebook e no Twitter. De acordo com Kotsubo, a velocidade de internet disponível em Chattanooga permite 910 traduções simultâneas a cada segundo, o equivalente à tradução de uma Bíblia de palavras a cada 15 minutos.
Para ilustrar a aplicação de Babel Sushi, Cíntia e sua colega fizeram uso do seguinte exemplo prático: 'Imagine que você é uma enfermeira com excesso de trabalho e um homem de língua espanhola entra na sala de emergência, gemendo de dor. Sem a habilidade de se comunicar, é extremamente difícil descobrir o seu problema. A capacidade de diagnosticar doenças é de extrema importância para o tratamento eficaz, no entanto, 46% dos imigrantes não recebem intérpretes durante as visitas de emergência. O alto custo de contratação de suficiente pessoal multilíngue leva a significativas disparidades de saúde e diagnósticos errados. A tradução gratuita e precisa de Babel Sushi visa a salvar vidas'. Para o aplicativo funcionar, basta colocar um aparelho detelefone sobre a mesa e iniciar a conversação com alguém ou ouvir o que as outras pessoas estão falando.!
Premiação- A premiação consistiu de 50 mil dólares, a serem utilizados a critério dos alunos. Além de Cíntia e Nicole, compõem a equipe Robert Derveloy, do Tennessee e Marcellin Nshimiyimana, de Ruanda. Cíntia disse que voltará ao Brasil no final do ano e terminará a sua faculdade, no curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Ouro Preto, onde é bolsista de Iniciação Científica do CNPq. Seus estudos nos Estados Unidos estão sendo desenvolvidos na 'Tennessee Technological University' com bolsa do Programa Ciência sem Fronteiras (graduação sanduíche), uma iniciativa do Ministério da Educação e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação por meio de duas de suas agências, a Capes e o CNPq, respectivamente. Até 2014, o Programa levará cerca de 100 mil bolsistas para as melhores universidades do exterior.
Assessoria de Comunicação Social do CNPq
(Com informações do Ministério das Relações Exteriores)
Foto: Plataforma Lattes
CNPq e Universidade de Oxford ampliam cooperação do Ciência sem Fronteiras
- Foto: Marcelo GondimQui, 23 Ago 2012 11:06:00 -0300
CNPq e Universidade de Oxford ampliam cooperação do Ciência sem Fronteiras
O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, e o vice-reitor da Universidade de Oxford, Andrew Hamilton, assinaram na tarde desta quarta-feira (22/08), na sede do CNPq, uma Carta de Intenções com o objetivo de ampliar a cooperação entre o Brasil e o Reino Unido nas áreas de ciência e tecnologia.O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, e o vice-reitor da Universidade de Oxford, Andrew Hamilton, assinaram na tarde desta quarta-feira (22/08), na sede do CNPq, uma Carta de Intenções com o objetivo de ampliar a cooperação entre o Brasil e o Reino Unido nas áreas de ciência e tecnologia.
Considerada a melhor universidade do Reino Unido e a quarta melhor do mundo, Oxford é a primeira e mais tradicional instituição de ensino superior de língua inglesa, sendo reconhecida pela qualidade de seu ensino em diversas áreas do conhecimento. Foi uma das primeiras universidades a fundar um centro de estudos brasileiros, na década de 1990.
Para o vice-reitor, Andrew Hamilton, “a assinatura do acordo beneficia diretamente as áreas médicas, engenharias e ciências da vida e pode inspirar o estudante de outras áreas a ver Oxford como uma possibilidade para seus estudos. Os estudantes brasileiros que forem para Oxford por meio do acordo vão contribuir para além de suas áreas de formação quando retornarem ao Brasil”.
Atualmente, a Universidade de Oxford já faz parte do Programa Ciência sem Fronteiras, tendo sido concedidas 15 bolsas pelo programa para alunos brasileiros. Dessas 15 bolsas iniciais, 5 estudantes se encontram em Oxford, 3 lá estiveram e já retornaram ao Brasil e 7 ainda não viajaram, estando em fase de preparação para o intercâmbio.
Segundo o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, “embora a Universidade de Oxford já esteja fazendo parte do Ciência sem Fronteiras através do acordo global assinado pelo CNPq com o órgão que representa todas as grandes universidades britânicas, o Universities UK, a intenção do acordo específico é ampliar a parceria, com o envio de mais bolsistas brasileiros para Oxford. A criação deste acordo sinaliza para a comunidade de estudantes e pesquisadores brasileiros de que as oportunidades estão abertas, com o apoio do Governo Brasileiro e da Universidade de Oxford.”
A cooperação contemplará a concessão de bolsas para estudantes brasileiros por meio do Programa Ciência sem Fronteiras. Poderão concorrer estudantes brasileiros de pós-graduação das áreas de medicina, física, matemática e ciências da vida, que não residam em países da União Européia e pretendam retornar ao Brasil após a conclusão dos estudos.Assessoria de Comunicação Social do CNPq
Fotos: Marcelo Gondim
Matéria com Presidenta Dilma na revista Forbes cita Ciência sem Fronteiras
- Qua, 22 Ago 2012 19:41:00 -0300
Matéria com Presidenta Dilma na revista Forbes cita Ciência sem Fronteiras
A mais recente edição da revista Forbes traz a presidenta Dilma Rousseff na capa, como a terceira mulher mais poderosa do mundo.
A reportagem conta um pouco da trajetória de Dilma e relaciona as medidas criadas por ela para alavancar o crescimento brasileiro. Entre as iniciativas, cita o Programa Ciência sem Fronteiras.
“Na educação, Rousseff pretende treinar mais – e melhor – cientistas e engenheiros”, destaca o texto. “Até agora poucos brasileiros estudaram no exterior. No ano passado, apenas 9.000 brasileiros estudaram nos EUA (excluindo os estudantes da língua), em comparação com 260.000 da China e da Índia. Sob o programa Ciência Sem Fronteiras, em 2015 esse número de estudantes no exterior vai saltar para 100.000 (só as escolas dos EUA já concordaram em levar 20.000).”
No ranking, a brasileira aparece atrás apenas da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e da secretária de Estado americana, Hillary Clinton.
Leia a matéria em inglês (Duas páginas)
Texto: Ascom do MCTI
CNPq lança chamada com a Finlândia para projetos em energia
- Seg, 20 Ago 2012 21:37:00 -0300
CNPq lança chamada com a Finlândia para projetos em energia
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou, no dia 17 de agosto, chamada para o financiamento de projetos conjuntos de pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de energia, mediante parceria entre pesquisadores brasileiros e finlandeses. A Chamada Nº: 30/2012 é fruto do convênio do CNPq com a Academia da Finlândia (AKA).O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou chamada para o financiamento de projetos conjuntos de pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de energia, mediante parceria entre pesquisadores brasileiros e finlandeses. A Chamada Nº: 30/2012 é fruto do convênio do CNPq com a Academia da Finlândia (AKA).
O CNPq financiará bolsas para Doutorado Sanduíche (SWE), Doutorado Pleno (GDE) e Pós-doutorado (PDE), além do custeio da mobilidade de pesquisadores e doutorandos brasileiros em missões de curta duração na Finlândia. Cada proposta poderá solicitar ate R$ 450 mil e a chamada terá valor global de R$ 2,5 milhões, contemplando até 7 projetos.
As propostas devem ser enviadas até o dia 05 de outubro. Maiores informações sobre requisitos e procedimentos para submissão de propostas encontram-se no texto da chamada, disponível aqui.
CNPq e Massachusetts Institute of Technology (MIT) lançam chamada conjunta para pesquisa
- Sex, 17 Ago 2012 21:22:00 -0300
CNPq e Massachusetts Institute of Technology (MIT) lançam chamada conjunta para pesquisa
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Programa de Iniciativas Internacionais em Ciência e Tecnologia do Massachusetts Institute of Technology com o Brasil (Programa MISTI Brasil) lançam a Chamada de Projetos CNPq-MIT N º: 29/2012, com investimentos de 2 milhões de reais.O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Programa de Iniciativas Internacionais em Ciência e Tecnologia do Massachusetts Institute of Technology com o Brasil (Programa MISTI Brasil) lançam a Chamada de Projetos CNPq-MIT N º: 29/2012, com investimentos de 2 milhões de reais.
As propostas serão aceitas até o dia 26 de setembro e devem incluir projetos conjuntos envolvendo grupos de pesquisa brasileiros e norte-americanos do MIT. A chamada contempla a Biotecnologia, Ciências Exatas e da Terra, Engenharias e demais áreas tecnológicas; Computação e Tecnologias da Informação; Tecnologias Aeroespacial, Mineral, Nanotecnologia, Nuclear e Novos Materiais, dentre outras áreas.
Cada proposta aprovada receberá o valor máximo de R$ 150 mil, incluindo financiamento para custeio e bolsas, nas modalidades de Doutorado Sanduíche (SWE) e Pós-doutorado (PDE), por meio do Programa Ciência sem Fronteiras. As informações sobre requisitos e procedimentos para submissão de proposta estão disponíveis no texto da chamada aqui.
Chamadas PQ e DT 2012 têm inscrições prorrogadas até 24 de agosto
- Sex, 17 Ago 2012 20:40:00 -0300
Chamadas PQ e DT 2012 têm inscrições prorrogadas até 24 de agosto
O prazo de submissão de propostas para as Chamadas PQ e DT 2012 foi prorrogado até 23 horas e 59 minutos (horário de Brasília) do dia 24 de agosto de 2012.O prazo de submissão de propostas para as Chamadas PQ e DT 2012 foi prorrogado até 23 horas e 59 minutos (horário de Brasília) do dia 24 de agosto de 2012.
O atendimento aos proponentes com dúvidas ou dificuldades no preenchimento do formulário de propostas online se dará pelo telefone 0800 61 9697, no período de 20/08/2012 (segunda-feira) até 24/08/2012 (sexta-feira), de 8h30 às 18h00.(Nota Publicad dia 17/08/2012 e republicada dia 21/08/2012)
MCTI coloca no ar site da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) 2012
- Qui, 16 Ago 2012 13:52:00 -0300
MCTI coloca no ar site da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) 2012
O Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) colocou no ar um site exclusivo para a edição 2012 da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2012), que permite o acesso a todas as informações do evento.
Para este ano, a SNCT – que ocorre de 15 a 21 de outubro – promoverá e estimulará, em todo o país, atividades de difusão e disseminação de conhecimentos científicos e tecnológicos associados ao tema principal “Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza”, inspirado na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).
Outro objetivo importante da Semana é debater estratégias e mudanças necessárias para uma economia verde que, em conexão com um desenvolvimento sustentável, contribua para a erradicação da pobreza e a diminuição das desigualdades sociais no país.
Entre as seções do novo site, destaque para o “mapa do site”, “instituições participantes”, “fale com a coordenação do seu Estado ou Município”, “reuniões preparatórias”, “pH do Planeta”, “downloads”, “editais”, “ciência no Brasil”, “ver ciência – vídeos de divulgação científica”, “a ciência que eu faço”, “fale conosco”, “trabalho voluntário”, “a Semana em outros anos” e “links”.
Pelo site, o visitante também poderá conferir as “notícias da semana”, “como participar”, “a semana” e “agência C&T”. Na seção “como participar”, por exemplo, é possível acessar, gratuitamente, as informações da SNCT do seu estado, como atividades e contatos locais, além de notícias, artigos, vídeos e outros materiais, assim como solicitar material de divulgação da SNCT para sua região ou instituição, como cartazes, folders, vídeos, etc.
Desde 2004, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) tem registrado participação crescente de instituições de pesquisa, de ensino e municípios. Em 2011, foram realizadas 16 mil atividades, em 654 municípios brasileiros.http://semanact.mct.gov.br/index.php/content/view/5391.html
MCTI
Foto: Divulgação MCTI
Delegação norte-americana discute inovação em encontro no CNPq
- Foto: Marcelo GondimQui, 16 Ago 2012 13:17:00 -0300
Delegação norte-americana discute inovação em encontro no CNPq
Um grupo de empresários, acadêmicos e membros do governo dos Estados Unidos esteve no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), nesta quarta-feira (15), para trocar experiências sobre inovação com representantes dos setores público e privado do Brasil. A mesa foi coordenada pelo Diretor de Engenharias, Ciências Exatas e Humanas e Sociais do CNPq, Guilherme Sales Melo, e pelo Chefe do Centro de Memória do CNPq e coordenador do projeto esquina da Ciência, Roberto Muniz.
Anunciada durante a estadia da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, no Brasil, em abril, a visita integrou a agenda do espaço Esquina da Ciência, iniciativa firmada entre o CNPq e a Embaixada dos EUA em busca de promover um diálogo sobre ciência e tecnologia entre os dois países.“Queremos trazer equipes transetoriais e acelerar essa parceria”, anunciou o chefe da delegação, Kris Balderston, representante especial da Secretaria de Estado para Parcerias Globais dos EUA. “Temos que nos reunir, senão vamos ficar isolados em nossos nichos. O Brasil é um local muito entusiasmante. Essas nossas viagens não são simples visitas. Viemos buscar boas ideias.”
A coordenadora-geral de Cooperação Nacional do CNPq, Ana Paula Reche, apresentou aos estrangeiros os 126 institutos nacionais de ciência e tecnologia (INCTs). Para ela, a união pode render benefícios aos dois países. “Como o Kris Balderston comentou, precisamos juntar pessoas em torno de problemas e oportunidades”, disse. “O Brasil tem, sim, uma excelente capacidade de pesquisa, mas devemos persistir, porque essas iniciativas são de longo prazo.”
Mais inserido no país que seus companheiros de viagem, o diretor técnico da 3M Brasil, Chris Olson, informou que a multinacional tem cerca de 150 pesquisadores em seu laboratório de Sumaré (SP). “Somos uma empresa basicamente científica, que quer ser autossuficiente na região, mas conectada globalmente, com nossos 3 mil pesquisadores espalhados pelo mundo”, explicou. “Promovemos estágios em universidades brasileiras e mantemos recrutadores para avaliar os alunos do Ciência sem Fronteiras nos EUA.”
Legislação - O presidente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI/MDIC), Jorge Ávila, convidou os norte-americanos a esclarecer dúvidas relacionadas à legislação brasileira. “Temos essa responsabilidade de criar um ambiente de segurança jurídica, de certeza legal, que confira às empresas e aos investidores privados confiança na possibilidade de investir recursos, tempo, dinheiro e capacidades diversas na realização de programas de pesquisa avançada no Brasil”, afirmou.
Em Brasília desde terça-feira (14), a delegação embarcou para São Paulo logo após o evento no CNPq. A viagem segue até sexta-feira (17), com encontros para discutir parcerias que estimulem desenvolvimento urbano sustentável.
Texto: Rodrigo Guerra – Ascom do MCTIFotos: Marcelo Gondim - CNPq
Brasil e EUA assinam acordo de cooperação na área de saúde
- Fotos: Marcelo Gondim/CNPqTer, 14 Ago 2012 21:25:00 -0300
Brasil e EUA assinam acordo de cooperação na área de saúde
Promover parceria em atividades científicas e tecnológicas na área de saúde pública. Esse é o objetivo do termo de cooperação assinado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, Centers for Disease Control and Prevention), dos Estados Unidos (EUA), nesta segunda-feira (13), em Brasília.Promover parceria em atividades científicas e tecnológicas na área de saúde pública. Esse é o objetivo do termo de cooperação assinado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, Centers for Disease Control and Prevention), dos Estados Unidos (EUA), nesta segunda-feira (13), em Brasília.
O documento prevê ações na área de saúde pública e consiste no apoio conjunto para a execução de projetos, a troca de informações e experiências, o intercâmbio entre estudantes, pesquisadores e especialistas e a organização de reuniões e eventos temáticos. Foi assinado pelo vice-presidente do CNPq, Manoel Barral Neto, e pelo diretor do CDC, Thomas Frieden.
Na área educacional e de intercâmbio científico, dentro do Programa Ciência sem Fronteiras (do governo federal), o CNPq pretende fornecer anualmente até dez bolsas de estudo para estudantes brasileiros para realizar parte de seu programa de doutoramento no CDC, por períodos entre quatro e 12 meses.
A ideia é oferecer, também, até dez bolsas de estudo de pós-doutorado para especialistas brasileiros no centro norte-americano, por períodos entre seis e 12 meses, renovável por um único período adicional de até 12 meses. Ainda, pesquisadores seniores do CDC poderão solicitar bolsas de pesquisador visitante especial a fim de colaborar em projetos conjuntos com grupos de pesquisa brasileiros que atuam no Brasil por períodos de um a três meses por ano durante três anos.
As oportunidades serão planejadas, por meio de chamadas públicas, para a apresentação de propostas em áreas de interesse mútuo em saúde pública: saúde e ciências biomédicas (bioquímica, biologia, neurociências etc.); farmacêutica e biotecnologia. O plano trabalho está previsto para implantação em cinco anos, podendo ser renovado pelo mesmo período.
Também estiveram no evento o ministro conselheiro da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, Todd Chapman, e o diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch.
Esquina da Ciência
A assinatura do termo de cooperação foi seguida da palestra “Parcerias entre o Brasil e o CDC: uma conversa com o Dr. Frieden”. O médico Thomas Frieden, também administrador da Agência para Registro de Substâncias Tóxicas e Doenças dos EUA, é conhecido mundialmente pela sua experiência no controle da tuberculose. Especialista em doenças infecciosas, em saúde pública e em epidemiologia, recebeu inúmeros prêmios e honrarias e publicou mais de 200 artigos científicos. Antes de trabalhar no CDC, atuou na prefeitura de Nova York, no serviço de inteligência epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde.
A iniciativa faz parte das ações dentro do Projeto Esquina da Ciência, criado em janeiro deste ano, com o objetivo de reforçar a parceria do Brasil com os EUA no campo da ciência e tecnologia, bem como ofertar suporte e divulgação de informações para estudantes, cientistas, pesquisadores e à comunidade interessada.
O espaço destinado ao projeto, localizado na sede do CNPq, no Lago Sul, região administrativa de Brasília, é aberto ao público e oferece acesso a livros científicos, revistas, DVDs, bases de dados on-line e softwares , além de estações de trabalho selecionadas para apoiar os esforços de pesquisa e ensino sobre temas como meio ambiente, energia sustentável, saúde, mulheres e ciência e agrociência, entre outros.
Texto: Denise Coelho – Ascom do MCTI
Fotos: Marcelo Gondim/CNPq
No congresso da Abipti, Raupp reitera papel dos institutos na inovação
- Ter, 14 Ago 2012 21:28:00 -0300
No congresso da Abipti, Raupp reitera papel dos institutos na inovação
As entidades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (EPDIs) devem criar “estradas” para o diálogo entre os setores acadêmico e industrial. A avaliação é do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, que abriu o 7º Congresso da Abipti como convidado nesta terça-feira (14).
Para Raupp, essas instituições são fundamentais para atender ao mote do evento – “Tecnologia para um Brasil inovador e competitivo” – e consolidar o desenvolvimento sustentável dos pontos de vista econômico, social e ambiental.
“As entidades de pesquisa, desenvolvimento e inovação são fundamentais nesse momento de esforço inovador que o país vive”, afirmou a presidenta da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti), Isa Assef dos Santos, primeira a falar na noite. Segundo ela, o discurso do ministro ao assumir o MCTI instigou a reflexão da entidade, ao identificar os institutos como os entes mais apropriados para fazer a intermediação do conhecimento científico com o sistema produtivo e ressaltar que eles exigirão um novo tipo de organização. “Temos um momento novo, em que o conhecimento recebe destacada importância”, disse, avaliando que a oportunidade pede trabalho colaborativo, com base nas competências complementares.
Isa disse que, embora uma pesquisa tenha mostrado uma percepção no empresariado brasileiro de melhora quanto ao ambiente para inovação, restam obstáculos jurídicos, de pessoal e de modelo de gestão. Ela exemplificou com a situação das entidades privadas sem fins lucrativos que visam à inovação: “Não são consideradas ICTs [instituições científicas e tecnológicas] e, por não ter lucro, não podem usufruir subvenção econômica pela Lei de Inovação”.
A dirigente destacou, ainda, a existência de “um longo caminho entre inventar e inovar”. “Nossas universidades já realizam um grande feito, não podemos imputar a elas a responsabilidade exclusiva de conquistar maiores níveis de inovação”, defendeu. Ela apontou a necessidade de um plano claro do governo para apoiar as entidades citadas e disse que um documento nesse sentido será formatado no congresso.
Trajetória
Ao fazer a abertura oficial do encontro, Marco Antonio Raupp elogiou a adoção do termo “entidades de pesquisa, desenvolvimento e inovação”, por abranger a diversidade jurídica e setorial dessas instituições. Ele ressaltou ter construído sua carreira em institutos de pesquisa e desenvolvimento, como o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC/MCTI) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI). No evento, recebeu placa de homenagem da Abipti por seu trabalho.
O titular do MCTI avaliou que o Brasil tem uma boa base científica e industrial, e que a posição internacional de ambas é próxima. Disse que a universidade está no rumo certo, e que a questão reside em aproximar seus caminhos dos da indústria. “Esse será o papel das EPDIs: criar estradas, elevar a capacidade de conversa desses dois universos”, comentou.
Ele ilustrou o potencial dessa colaboração com o trabalho já feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/Mapa), pelo Instituto de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro/MDIC), pelo Centro de Tecnologia Aerospacial (CTA/MD), pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes/Petrobras) e pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Avaliou, no entanto, que há elementos até culturais a superar para uma generalização da prática.
Raupp explicou que tem buscado imprimir nas unidades de pesquisa do MCTI a preocupação com a aplicação do conhecimento para atender as demandas da sociedade. Também reafirmou a centralidade da área de defesa para o desenvolvimento tecnológico autônomo, bem como a necessidade de atenção especial à Amazônia.
Cenário
O secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Nelson Fujimoto, avaliou que o Brasil tem uma situação macroeconômica bastante confortável e oportunidades representadas pelas obras de infraestrutura previstas para os próximos anos e pelo investimento estrangeiro, e precisa traduzir essa janela em riqueza.
Para o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), Glauco Arbix, a crise econômica mundial pode achatar os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I), apesar de ser quase consenso a necessidade de ampliá-los em situações como esta. Ele defendeu que tal preocupação suplante o debate restrito à taxa de juros na busca do crescimento sustentável – “ou não daremos passos, e sim soluços”.
O aprimoramento da Plataforma Lattes para além do recorte acadêmico foi destacado pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Glaucius Oliva. “Ela passa a ter uma aba para inovação e uma para registro de patentes, também – e principalmente – voltadas aos pesquisadores nos institutos e nas empresas”, observou. “Trata-se de desenvolver as possibilidades dos setores que criam, que inventam, que inovam e que produzem.”
Também participaram da abertura o secretário executivo do MCTI, Luiz Antonio Elias; o diretor-presidente da Embrapa, Pedro Arraes, vice-presidente da Abipti pela região Centro-Oeste; o presidente do Inmetro, João Jornada; o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas, Antonio Carlos da Silva; a diretora-presidenta da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, Maria Olívia de Albuquerque Araújo; e o secretário de Ciência Tecnologia e Inovação da Marinha, almirante Wilson Barbosa Guerra.
Texto: Pedro Biondi – Ascom do MCTI