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Notícias
- Foto:Cláudia MarinsSeg, 17 Jun 2013 14:36:00 -0300
CNPq assina memorando de entendimento com instituição canadense
O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, assinou nesta segunda-feira (17), um memorando de entendimento com a instituição canadense Association of Canadian Community Colleges (ACCC). O documento remete a intenção das duas organizações em estabelecer uma parceria..O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, assinou nesta segunda-feira (17), um memorando de entendimento com a instituição canadense Association of Canadian Community Colleges (ACCC). O documento remete a intenção das duas organizações em estabelecer uma parceria no âmbito da cooperação Brasil-Canadá, na área de ciência, tecnologia e inovação (CT&I).
A assinatura do memorando ocorreu durante a segunda reunião do Comitê Brasil-Canadá, responsável por definir e consolidar a cooperação entre as duas nações, na área de CT&I. O evento ocorre entre hoje (17) e amanhã (18), em Brasília. O objetivo da reunião é discutir a possível ampliação da parceria com a inclusão de novas áreas do conhecimento, identificar novas atividades a serem desenvolvidas e revisar o Plano de Trabalho definido pela cooperação.
Após a assinatura, Glaucius esclareceu o papel da instituição brasileira na cooperação binacional. “O CNPq é um braço operacional desta iniciativa, que teve início em 2010 e foi assinada no âmbito dos ministérios destinados a esta área, nos dois países”, explicou. O memorando assinado hoje não estabelece quais ações serão implementadas, o que deverá ser esclarecido em breve pelas duas instituições.
Para o presidente, a cooperação já colaborou decisivamente na criação de instrumentos que permitiram o desenvolvimento de projetos conjuntos e a formação de recursos humanos qualificados. “Desde a assinatura deste acordo foram enviados cerca de três mil estudantes para o Canadá pelo Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) e 17 projetos conjuntos, que envolvem pesquisadores brasileiros e canadenses, estão em andamento”, detalhou.
Segundo Glaucius, a principal meta da chamada pública apoiada pelo CNPq é fomentar a inovação no setor privado. “As diretrizes delineadas nesta chamada estão intrinsecamente ligadas à inovação e educação. Pretendemos que esta plataforma de ciência e tecnologia estabelecida em áreas portadoras do futuro como nanotecnologia, biomassa e tecnologia da comunicação e informação (TIC), sejam aplicáveis, principalmente, no setor privado”.
Cooperação– Segundo o embaixador Benedicto Fonseca Filho, diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores (MRE), responsável por coordenar o comitê conjunto, o período após a assinatura da cooperação foi dedicado para a estruturação e formação dos grupos técnicos. “Os pesquisadores brasileiros e canadenses vem mantendo conversas periódicas para alinhar os projetos nas áreas já definidas pela cooperação, Ciências do Mar e da Vida, Energia/Tecnologias Verdes e TIC´s”, informou.
Ele destaca que todas as ações estabelecidas até o momento, estão sendo delineadas a partir destas áreas do conhecimento. “Os estudantes enviados estão sendo recepcionados por universidades que oferecem cursos nestas áreas. Os projetos em andamento foram definidos por pesquisadores que atuam nestas mesmas áreas”, destaca. “Esperamos agora que estas iniciativas contem com a adesão do setor privado”.
Como resultado prático da estruturação da cooperação, Benedicto apontou a Conferência 3.0, realizada em Fortaleza, em 2012, como exemplo. “Este evento já foi realizado a partir de uma experiência do Canadá na área de TIC´s. Eles organizam atividades semelhantes em todos os anos”, ressaltou. “Queremos que as propostas desta parceria resultem em atividades de alto nível como esta, que contou com a participação do Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp”, finalizou.
Coordenação de Comunicação Social
Foto: Cláudia Marins
- Foto:Cláudia MarinsSeg, 17 Jun 2013 14:36:00 -0300
CNPq assina memorando de entendimento com instituição canadense
O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, assinou nesta segunda-feira (17), um memorando de entendimento com a instituição canadense Association of Canadian Community Colleges (ACCC). O documento remete a intenção das duas organizações em estabelecer uma parceria..O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, assinou nesta segunda-feira (17), um memorando de entendimento com a instituição canadense Association of Canadian Community Colleges (ACCC). O documento remete a intenção das duas organizações em estabelecer uma parceria no âmbito da cooperação Brasil-Canadá, na área de ciência, tecnologia e inovação (CT&I).
A assinatura do memorando ocorreu durante a segunda reunião do Comitê Brasil-Canadá, responsável por definir e consolidar a cooperação entre as duas nações, na área de CT&I. O evento ocorre entre hoje (17) e amanhã (18), em Brasília. O objetivo da reunião é discutir a possível ampliação da parceria com a inclusão de novas áreas do conhecimento, identificar novas atividades a serem desenvolvidas e revisar o Plano de Trabalho definido pela cooperação.
Após a assinatura, Glaucius esclareceu o papel da instituição brasileira na cooperação binacional. “O CNPq é um braço operacional desta iniciativa, que teve início em 2010 e foi assinada no âmbito dos ministérios destinados a esta área, nos dois países”, explicou. O memorando assinado hoje não estabelece quais ações serão implementadas, o que deverá ser esclarecido em breve pelas duas instituições.
Para o presidente, a cooperação já colaborou decisivamente na criação de instrumentos que permitiram o desenvolvimento de projetos conjuntos e a formação de recursos humanos qualificados. “Desde a assinatura deste acordo foram enviados cerca de três mil estudantes para o Canadá pelo Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) e 17 projetos conjuntos, que envolvem pesquisadores brasileiros e canadenses, estão em andamento”, detalhou.
Segundo Glaucius, a principal meta da chamada pública apoiada pelo CNPq é fomentar a inovação no setor privado. “As diretrizes delineadas nesta chamada estão intrinsecamente ligadas à inovação e educação. Pretendemos que esta plataforma de ciência e tecnologia estabelecida em áreas portadoras do futuro como nanotecnologia, biomassa e tecnologia da comunicação e informação (TIC), sejam aplicáveis, principalmente, no setor privado”.
Cooperação– Segundo o embaixador Benedicto Fonseca Filho, diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores (MRE), responsável por coordenar o comitê conjunto, o período após a assinatura da cooperação foi dedicado para a estruturação e formação dos grupos técnicos. “Os pesquisadores brasileiros e canadenses vem mantendo conversas periódicas para alinhar os projetos nas áreas já definidas pela cooperação, Ciências do Mar e da Vida, Energia/Tecnologias Verdes e TIC´s”, informou.
Ele destaca que todas as ações estabelecidas até o momento, estão sendo delineadas a partir destas áreas do conhecimento. “Os estudantes enviados estão sendo recepcionados por universidades que oferecem cursos nestas áreas. Os projetos em andamento foram definidos por pesquisadores que atuam nestas mesmas áreas”, destaca. “Esperamos agora que estas iniciativas contem com a adesão do setor privado”.
Como resultado prático da estruturação da cooperação, Benedicto apontou a Conferência 3.0, realizada em Fortaleza, em 2012, como exemplo. “Este evento já foi realizado a partir de uma experiência do Canadá na área de TIC´s. Eles organizam atividades semelhantes em todos os anos”, ressaltou. “Queremos que as propostas desta parceria resultem em atividades de alto nível como esta, que contou com a participação do Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp”, finalizou.
Coordenação de Comunicação Social
Foto: Cláudia Marins
- Seg, 17 Jun 2013 14:25:00 -0300
MCTI promove seminário sobre a Lei do Bem
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) promove, em 25 de junho, um seminário sobre as contribuições da Lei do Bem para o aumento da competitividade nacional por meio de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).
O evento é gratuito e será realizado de 9h30 a 17h30, no auditório do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), em Brasília.
As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pela Coordenação de Incentivos ao Desenvolvimento Tecnológico do MCTI, pelo e-mail mauricio.fadanelli@mct.gov.br.
Realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec/MCTI), o seminário visa melhorar o entendimento a respeito da utilização dos incentivos fiscais previstos na legislação.
O seminário reúne os principais envolvidos no processo de concessão e usufruto dos mecanismos previstos na lei, com a presença da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Receita Federal do Brasil. Empresas beneficiárias da iniciativa, como Bosch, Braskem e Natura, apresentarão exemplos de contribuições para o aumento de PD&I no setor privado.
A Lei do Bem entrou em ação em 2006, a fim de estimular empresas a se tornarem mais competitivas por meio de investimento em PD&I.
Texto: Rodrigo PdGuerra – Ascom do MCTI
- Seg, 17 Jun 2013 14:20:00 -0300
INCT-SEC desenvolve plataforma para auxílio à pesquisa em Veículos Aéreos Não Tripulado
O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados Críticos (INCT-SEC) desenvolveu uma Plataforma Integrada para Ensaios de Sistemas Embarcados Críticos (PiPeSec), com o objetivo de auxiliar e integrar a pesquisa dos Veículos Aéreo Não Tripulado (VANT) e apoiar a certificação e experimentação de conceitos relacionados.
O Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT), comandado à distância, é produzido para exercer funções de risco ao homem, de difícil acesso ou que ofereçam situações repetitivas. Segundo o pesquisador do INCT-SEC, professor João Batista Camargo, a lista das áreas onde os aviões podem ser aproveitados é extensa. “Os VANTs podem ser utilizados no Brasil para atuar desde a segurança pública e fiscalização de fronteira a pulverização agrícola”, diz.
Já a plataforma Pipesec será utilizada para integrar pesquisas em VANTs e apoiar a certificação e experimentação de conceitos relacionados. Camargo informa que já existe uma negociação para a consolidação de parceria que utilizaria o equipamento para fins militares. “Está em andamento, através de reuniões técnicas, uma possível parceria de estudo com o Instituto de Estudos Avançados (IEAv) do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) para utilização da plataforma”, informa.
Taxonomia - O grupo de trabalho Sistemas Aéreos Não Tripulados (GT3) do INCT-SEC, desenvolve também uma taxonomia direcionada para as VANTs. A meta é a criação de um Framework, que é uma estrutura que apreende uma funcionalidade geral com objetivo de gerir várias aplicações para desenvolver funções de comando e controle da aeronave, independente da missão. Ele também é capaz de criar uma arquitetura padrão para ser utilizada como referência.
A equipe responsável pela criação da plataforma é composta pelo Grupo de Análise de Segurança (GAS), da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI- USP). Recentemente, através de uma parceria com o Laboratório de Sistemas Embarcados Críticos (LSEC) do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC-USP), o grupo apoiou uma tese de doutorado defendida sobre com a utilização da PipeSec.
Conforme Camargo, uma das principais missões do INCT-SEC é contribuir para a formação de recursos humanos qualificados nesta área de conhecimento. “A perspectiva é oferecer o ambiente PiPeSec às autoridades aeronáuticas e empresas de desenvolvimento de VANTs, além de pessoas capacitadas, para que se evoluam os conceitos de testes e certificações direcionados”.
Coordenação de Comunicação Social
- Sex, 14 Jun 2013 14:51:00 -0300
INCT da Criosfera lança nova página na internet
O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) da Criosfera lançou uma nova página na internet. O INCT composto pornove laboratórios associados é dedicado ao estudo da variabilidade de diferentes componentes da massa de gelo planetária, entre eles gelo marinho, geleiras, manto de gelo e permafrost.
A página oferece muitas informações sobre o trabalho de pesquisa do grupo coordenado pelo pesquisador Jefferson Simões, do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre, RS, desenvolvidono continente gelado ao sul das Américas.
Logo na capa do site é possível ter acesso a informações sobre o módulo polar Criosfera 1, instalado a 2.500 km ao sul da Estação Antártica Brasileira Comandante Ferraz, que tem como objetivo efetuar o monitoramento atmosférico ininterrupto, fator-chave para melhorar a compreensão sobre as mudanças e variações climáticas ocorridas na Antártica.
A ferramenta fornece acesso direto a mapas e dados geográficos. No link é possível encontrar mapas das regiões polares, dos limites da Antártica, de forma específica das ilhas e baías que compõe o continente, entre outros, que podem ser utilizados, inclusive, em publicações.
Fornece ainda acesso direto a dois bancos de dados bibliográficos sobre regiões frias, de neve e gelo, links com os principais centros internacionais de pesquisas da Criosfera e links para os sítios de educação e divulgação científica sobre a Criosfera e regiões polares.
As notícias vinculadas na página trazem dados relevantes sobre o programa antártico e as iniciativas futuras, como o Plano de Ação Proantar 2013-2022. Os laboratórios e grupos de pesquisa envolvidos com o INCT também são mencionados. O visitante pode também visualizar imagens e vídeos sobre o continente e o trabalho de pesquisa desenvolvido no continente.
INCT da Criosfera - A proposta de formação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) da Criosfera, considerou o papel da criosfera no sistema ambiental e a necessidade de estudos prospectivos sobre o impacto da variabilidade e mudanças do clima na massa de gelo e as conseqüências para o Brasil.
Como subproduto desta ação, a área geográfica de atuação do Proantar foi ampliada, adquirindo experiência em missões científicas em condições extremas. A equipe é composta por 91 doutores, dos quais 20 com bolsa de produtividade em pesquisa do CNPq e 22 de instituições internacionais, 95 mestres, 55 graduados e 45 alunos de graduação, de 27 instituições localizadas em três regiões do Brasil, além de 20 instituições internacionais.
Sua missão é implementar o programa nacional de pesquisa da criosfera, massa de neve e gelo da Terra, incluindo a montagem de um laboratório nacional para análise e interpretação de testemunhos de sondagem de gelo e do centro nacional de monitoramento da criosfera, principalmente, para avaliar o impacto do derretimento de parte da criosfera para o nível médio dos mares.
Conheça o novo site do INCT da Criosfera: http://www.ufrgs.br/inctcriosfera/
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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