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Qui, 19 Mai 2016 15:30:00 -0300
Brasil e Suécia: uma parceria promissora
Seminário de Excelência Brasil-Suécia reuniu cerca de com 200 pesquisadores, agências de fomento, representantes do governo, e gestores das universidades para discutir temas relacionados à investigação, internacionalização e colaboração relevantes para a Suécia e o Brasil.Seminário de Excelência Brasil-Suécia reuniu cerca de com 200 pesquisadores, agências de fomento, representantes do governo, e gestores das universidades para discutir temas relacionados à investigação, internacionalização e colaboração relevantes para a Suécia e o Brasil.
Aprimorar a cooperação científica, tecnológica e de inovação com a Suécia é uma iniciativa com grandes possibilidades. Isso porque, no topo dos principais rankings mundiais de inovação, a Suécia é um dos países que mais investem em Pesquisa & Desenvolvimento. Em 2012, 3,4% do PIB foi destinado à ciência e à tecnologia. O orçamento federal para o período 2013-2016 é de 464,6 milhões de dólares.
Esse gasto em P&D é fator fundamental para explicar por que a Suécia coleciona títulos quando o assunto é gerar novas tecnologias. A principal vertente do sucesso do sistema de inovação sueco é o tripé formado pela academia, empresa e governo. A construção de clusters (arranjos produtivos) e parques tecnológicos foi buscada como solução de mercado pelo governo sueco. O esforço integrado contou com financiamento público e privado para um objetivo comum. Essa dinâmica é um dos principais motivos de a Suécia ser origem de importantes inovações mundiais como o bluetooth, cinto de segurança de três pontos, zíper, fósforo, Skype, telefone celular, marca-passo, cortador de grama, aspirador de pó, dinamite, ultrassom, entre outros.
Toda essa capacidade científica e de desenvolvimento sueca vem sendo fruto de cooperações com o Brasil há décadas. Mas ainda há muito a ser aproveitado por ambos os países.
Para prospectar as mais variadas possibilidades de trabalho conjunto, o Brasil recebeu nos últimos dois dias - 17 e 18 e de Maio - uma delegação de cerca de 100 pesquisadores e autoridades e representante de instituições de fomento da Suécia para o Seminário de Excelência Brasil-Suécia.

O encontro aconteceu na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e contou com 200 pesquisadores suecos e brasileiros, agências de fomento e representantes do governo, juntamente com gestores das universidades para discutir temas relacionados com a investigação, a internacionalização e colaboração relevantes para a Suécia e o Brasil.
O encontro foi organizado pelo Swedish Academic Collaboration Forum (SACF), em colaboração com a Capes, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Educação e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
O SACF é formado por seis universidades suecas líderes de pesquisa, que se uniram para realizar seminários sobre educação superior em um grupo selecionado de países. Entre 2014 e 2016, serão realizados seminários na China, Indonésia, Singapura e República da Coreia, com uma reunião final, realizada em Estocolmo, na Suécia.
Suecos e brasileiros discutiram temas relacionados com a investigação, a internacionalização e colaboração relevantes para os dois países.
Na abertura do evento, o Presidente do CNPq, Hernan Chaimovich, lembrou que organizou um seminário entre Suécia e Brasil sobre nanotecnologia há 40 anos. "A história de cooperação científica entre os dois países é longa. Devemos nos empenhar agora para que as relações pessoais entre grupos de cientistas sejam institucionalizadas para que a cooperação chegue a outro patamar", ressaltou.

Chaimovich apresentou dados sobre publicações conjuntas mostrando que a parceria entre os dois países cresceu substancialmente. De 120 publicações em 2006, passou para 600 em 2015. "Cresceram em quantidade, qualidade e número de áreas envolvidas", disse. Chaimovich reforçou ainda que, além de áreas já fortes na cooperação - Física, Astronomia, Ecologia - há outras promissoras como Educação Inclusiva e Gênero.
No evento, o CNPq participou, ainda, da sessão temática "Fomento para promover uma colaboração de pesquisas de nível internacional", na terça-feira, com a Diretora de Cooperação Institucional, Glenda Mezarobba, na qual também estiveram presentes o Diretor Geral da agência de fomento sueca Vetenskapsrådet; o Vice-Reitor da Universidade de Estocolmo; o Diretor Científico da ESS (European Spallation Source); e o Coordenador Geral da CAPES, Luiz Filipe Grochocki.

No dia 18, o Diretor Substituto de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Alexandre Garcia, compôs a mesa da sessão plenária sobre Possibilidade de Fomento, na qual foram apresentadas as demandas das sessões temáticas. Dentre os temas estavam educação inclusiva, nanotecnologia e desenvolvimento sustentável.

A proposta foi levantar as áreas de interesse comum aos dois países e promissoras para a cooperação e prospectar futuras parecerias.
Além do encontro na Capes, haverá também oficinas e seminários suplementares em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Campinas, Belém e São Paulo. Saiba mais sobre o encontro.
Brasil-Suécia
O Brasil ocupa a 23ª posição entre os países com maior número de publicações conjuntas com a Suécia. São 3113 artigos nos últimos 10 anos, apenas 1,5% do total de publicações suecas. A Suécia, por sua vez, é apenas o 21º país que mais possui publicações conjuntas com o Brasil (1,1% do total de artigos do Brasil).
O Acordo sobre Cooperação Econômica, Industrial e Tecnológica, assinado em 1984, foi o primeiro instrumento a regulamentar a cooperação entre Brasil e Suécia. No entanto, só em 2007 as primeiras negociações para a definição da cooperação em C&T entre os dois países tiveram início. A Suécia destaca-se como grande importador do etanol brasileiro na União Europeia, tendo, por conseguinte, o Governo daquele país grande interesse na cooperação bilateral em biocombustíveis de segunda geração. Assim, em 11 de setembro de 2007, foi assinado o Memorando de Entendimento entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo do Reino da Suécia sobre Cooperação na Área de Bioenergia, incluindo Biocombustíveis.
Hoje, estão presentes no Brasil mais de 200 empresas suecas, sendo que a maioria das multinacionais tem suas próprias instalações fabris em território brasileiro. A receita da indústria sueca no mercado brasileiro em 2011 ultrapassou R$ 36 bilhões e essas empresas são responsáveis por 70 mil empregos no país.
Em maio de 2011 foi inaugurado, em São Bernardo do Campo (SP), o Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB) que tem como objetivo proporcionar uma ativa cooperação entre organizações industriais, governamentais e acadêmicas do Brasil e da Suécia. O Centro, que é uma associação para pesquisa e inovação sem fins lucrativos, funciona como ponto central internacional para identificar, desenvolver e apoiar projetos de pesquisa e desenvolvimento de alta tecnologia, em um largo espectro de setores e áreas de tecnologia. Os parceiros proponentes são: Prefeitura de São Bernardo do Campo, Universidade Federal do ABC, SAAB, CSIR e Lindholen Science Park. As áreas prioritárias do centro são: Transporte e Logística, Energias Renováveis, Cidades do Futuro e Defesa e Segurança. Entre os resultados obtidos pelo CISB destaca-se a parceria firmada entre a empresa brasileira Vale Solução em Energia (VSE) e a sueca Scania, para desenvolvimento, produção e comercialização de motores a etanol e suas aplicações.
Em março de 2012, o CISB e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico (CNPq/MCTI) assinaram acordo para conceder 100 bolsas para doutorado, pós-doutorado e pesquisador sênior no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras, em parceria com a empresa sueca de segurança e defesa SAAB.
Em maio de 2013, foi assinado Acordo de Cooperação entre a FINEP e a Agência de Inovação da Suécia (VINNOVA). O Acordo tem como objetivo a consolidação de parcerias em inovação para promoverem o intercâmbio de experiências e o desenvolvimento de planos de ação, incluindo o financiamento de projetos e atividades em áreas de interesse mútuo.
Ciência sem Fronteiras
Até o momento, foram implementadas 341 bolsas, sendo cerca de metade de pós-graduação (doutorado e pós-doutorado). As universidades que recebem mais estudantes são o Instituto Real de Tecnologia e a Universidade de Lund.
Além disso, por meio da parceria SAAB/CNPq estão previstas até 100 bolsas de pós-doutorado e doutorado sanduíche nas áreas de defesa e segurança, aeroespacial, energia e meio ambiente e cidades atrativas e sustentáveis. Para projetos de pós-doutorado, a SAAB oferece um complemento de 100% da bolsa. Pesquisadores contemplados com as bolsas de estudos também poderão participar, futuramente, de projetos de inovação da SAAB no Brasil. Durante o período da bolsa, que varia de seis a doze meses, podendo ser prorrogado por mais um ano (somente no caso de pós-doutorado), os estudantes têm a oportunidade de realizar estágio na SAAB na Suécia ou na própria universidade.
No âmbito desta parceria, já foram lançadas três chamadas, em 2012 e 2013, e enviados 25 pesquisadores de doutorado e pós-doutorado para a Suécia.
A quarta chamada, com inscrições encerradas dia 15 de maio oferece 15 bolsas de estudos (dez para pós-doutorado e cinco para doutorado sanduíche). O edital é focado na área de aeronáutica, com ênfase em materiais e manufatura, eletrônica, tecnologia da informação e comunicação (TIC) e sistemas de engenharia mecânica.
Coordenação de Comunicação do CNPq com informações da CAPES
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Ter, 17 Mai 2016 17:04:00 -0300
MCTI abre consulta pública para regulamentação do Marco Legal da CT&I
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) colocou em consulta pública o decreto de regulamentação do Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, sancionado em janeiro de 2016 pela Presidência da República. O texto está disponível no site Participa.br até o dia 12 de junho.O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) colocou em consulta pública o decreto de regulamentação do Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, sancionado em janeiro de 2016 pela Presidência da República. O texto está disponível no site Participa.br até o dia 12 de junho.
A nova lei altera as regras das compras públicas para o setor de CT&I, prevendo a adoção do regime diferenciado de contratações (RDC) e novos casos para dispensa de licitação. Além disso, facilita a importação de insumos para pesquisas e estabelece novas regras de propriedade intelectual para o licenciamento de tecnologias. O texto também simplifica o processo de emissão de visto para pesquisadores estrangeiros, aumenta o tempo que os professores das universidades federais poderão se dedicar à pesquisa e aproxima o setor produtivo da academia.
A consulta pública será feita em duas fases. Na primeira, a população deve opinar sobre os dispositivos da lei que exigem algum tipo de regulamentação. Nesta etapa, o objetivo é colher subsídios para a elaboração de uma primeira minuta de decreto. Por isso, ao lado de cada dispositivo a ser regulamentado, foram formuladas questões para orientar a participação dos interessados. Essas questões também representam algumas das principais dúvidas que o MCTI identificou nas discussões sobre a regulamentação.
Após a realização da primeira consulta, um novo prazo de trinta dias será aberto para a elaboração de uma minuta de regulamento a partir das contribuições recebidas da sociedade.
A segunda fase da consulta aberta ao público é a discussão da minuta do decreto, em formato mais tradicional, com contribuições a serem apresentadas em relação a cada um dos dispositivos. Após o período da consulta, os trabalhos se concentrarão no MCTI para elaboração de uma proposta final de regulamentação, sem prejuízo de novas rodadas de discussão.
Durante a realização das duas fases da consulta, o MCTI pretende intensificar sua agenda de eventos públicos para discussão das propostas e mobilização da sociedade para participação nos debates do Participa.br.
Ajude a regulamentar essa legislação que estimula o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Acesse o site e dê a sua opinião.
Fonte: MCTI
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Qui, 12 Mai 2016 16:54:00 -0300
Pesquisadores brasileiros demonstram que a estirpe brasileira do vírus Zika causa defeitos de nascimento em modelos experimentais
Em artigo publicado nesta quarta-feira, na Revista Nature, pesquisadores brasileiros apresentam estudo financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (FAPESP) no qual relatam que a estirpe brasileira do Vírus Zika atravessa a placenta e pode provocar a microcefalia.
O Zika tem sido associado a malformações congênitas, incluindo microcefalia e outras doenças neurológicas graves, tais como síndrome de Guillain-Barre, mas, segundo o artigo, apesar das evidências clínicas, não há prova experimental direta mostrando que a estirpe brasileira cepa causa defeitos de nascimento.
A pesquisa apresentada demonstrou, em camundongos, que vírus brasileiro infecta fetos, causando restrição de crescimento intrauterino, incluindo os sinais de microcefalia. O artigo relata que o vírus infecta células progenitoras corticais humanas, levando a um aumento da morte celular.
O artigo é resultado do trabalho da Rede Zika, da FAPESP, um conjunto de pesquisadores atuando em torno da pesquisa sobre o vírus. Para o bioquímico, Professor da USP, Walter Colli, "o Brasil construiu uma base de cientistas que contribuem todo dia para que a sociedade fique mais inteligente, rica e menos desigual. Essa mesma comunidade demonstra que pode reagir quando o país é desafiado por crises como a determinada pela invasão do virus Zika". Colli acredita que resultados como esse provam que o momento é de reforçar que o apoio à ciência deve ser política de Estado e o orçamento para sustentar a comunidade científico-tecnológica deve ser compatível com a sua importância.
Leia o artigo completo (em inglês): http://www.nature.com/nature/journal/vnfv/ncurrent/full/nature18296.html
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Qua, 11 Mai 2016 17:37:00 -0300
CNPq divulga resultado do julgamento da Chamada INCT
Em observância ao estabelecido na Chamada INCT - MCTI/CNPq/CAPES/FAPs nº 16/2014, e tendo sido cumpridas as etapas do processo de admissão, análise e julgamento das 345 propostas submetidas ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq torna pública a relação das 252 propostas que receberam recomendação no processo de análise de mérito técnico-científico para financiamento no âmbito da referida Chamada. A lista está organizada em ordem decrescente de classificação. Confira aqui a relação*.
Todas as 345 propostas foram avaliadas por, no mínimo, três consultores ad hoc internacionais e posteriormente pelo Comitê Julgador, que esteve reunido na sede do CNPq no período de 25 a 28 de abril de 2016. De acordo com os critérios estabelecidos no item II.3 - Critérios para Julgamento do Regulamento da Chamada, dois conjuntos de propostas foram analisados: as que envolvem os 115 institutos já existentes e as 230 propostas de criação de novos institutos.
Sob a coordenação do professor Walter Colli, compuseram o referido comitê destacados cientistas brasileiros e estrangeiros, de distintas áreas do conhecimento: Alberto Barausse; Amit Bhaya; Anibal Disalvo; Arne Ardeberg; Carlos A. Balseiro; Carlos Henrique de Brito Cruz; Cesário Bianchi Filho; Claudio Cavasotto; Diego de Mendoza; Francisco Fernández de Miguel; Francisco José Barrantes; Geraldo Lippel Sant'Anna Junior; João Falcão e Cunha; João Lúcio de Azevedo; John Joseph Sheehan; Jorge Daniel Riera; José Nelson Onuchic; Juan Carlos Báez; Kenneth Serbin; Klaus Jaffé; Luiz Carlos Federizzi; Márcio de Castro Silva Filho; Maria Júlia Manso Alves; Munir Salomão Skaf; Pär Omling; Paulo de Freitas Guimarães; Pedro Albertos Pérez; Peter Turner; Raman Kashyap; Renato de Andrade Lessa; Roberto Docampo; Roberto Salvarezza; Thomas Maack; Ulisses de Mendonça Braga Neto e Walter Soares Leal.
Nos próximos dois meses, portanto até 11 de julho de 2016, será desenvolvida pelo MCTI, por intermédio do CNPq, negociação com as instituições parceiras (CAPES, FINEP e FAPs) para cofinanciamento das propostas recomendadas. Outros organismos, públicos ou privados, que desejarem aportar recursos também poderão participar. A partir daí, será aberto o prazo de 10 (dez) dias corridos para apresentação de eventual recurso administrativo pelo proponente que julgar necessário contestar o resultado da Chamada.
*versão atualizada em 18/05/2016 às 18h
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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Ter, 10 Mai 2016 18:00:00 -0300
Chamada do Programa iTec 2016 está aberta
Com inscrições válidas até o dia 27/5, o objetivo desta iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação é aproximar empresas arrojadas e parceiros com conhecimento de fronteira para aumentar a geração de negócios tecnológicos e a competitividade.
O Programa iTec convida os atores do Sistema Nacional de Inovação (SNI) - empresas demandantes por tecnologia - para a Chamada do Programa iTec 2016, que tem como objetivo aumentar a geração de negócios tecnológicos por meio do uso contínuo e constante da Plataforma iTec.
As empresas selecionadas receberão suporte da equipe iTec nas fases de identificação, preparação e submissão de desafios tecnológicos na Plataforma. Serão selecionadas as seis organizações que tiverem melhor avaliação nos seguintes critérios:
1. Histórico de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I);
2. Experiência com parcerias;
3. Capacidade de investimento em projetos de parceria;
4. Aderência dos desafios tecnológicos da organização ao conceito da Plataforma.
As inscrições serão avaliadas por um Comitê de Gestão Estratégica do Programa, composto por representantes de instituições parceiras. No caso de propostas equivalentes, será priorizada a empresa que tiver se inscrito primeiro na chamada.
Podem participar empresas e instituições de qualquer porte, com interesse e capacidade financeira para realizar parcerias tecnológicas.
Na primeira chamada para postagens e suporte de desafios e soluções tecnológicas na Plataforma iTec, que aconteceu em 2015, empresas como Embraer, Vale, Irani, Braerg, Bosch, AES Brasil, Grupo Vamtec, Pirelli, Stefanini, Nestlé, Natura, Votorantim e Dow receberam suporte do Programa iTec e fizeram negócios e parcerias estratégicas a partir da plataforma digital.
O prazo para inscrição encerra-se no dia 27 de maio. A divulgação das empresas selecionadas no dia 1º de junho.
Saiba mais
O Programa iTec é uma iniciativa do MCTI e tem a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI) e a PUC-RIO como parceiras de execução.
As estratégias do iTec são orientadas pelo seu Comitê Técnico, composto pelas seguintes organizações: MCTI, ANPEI, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Senai, Sebrae, Confederação Nacional da Indústria (CNI), Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC), Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (FORTEC), BNDES e FINEP. São parceiros da iniciativa: Unesco Brasil, Movimento Brasil Competitivo (MBC), EMBRAPA, EMBRAPII, INPI e CNPq.
Para inscrever a sua empresa, clique aqui
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
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- CHAMADA CNPq N º 07/2016 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO MÉDIO (PIBIC-EM)
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01 Jun
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Inscrições abertas para o Electronic Sports Challenge
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26 Mai
XXVII Congresso Latino-americano de Hidráulica
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23 Mai
Pint of Science: da Inglaterra para o Mundo
Oportunidades externas
Edital do Curso de Inovação Tecnológica e Biofarmacêutica da UFMG; com duas áreas de concentração: Inovação Biofarmacêutica e Biotecnológica; e Gestão da Inovação, Propriedade Intelectual e Empreendedorismo.
Período de inscrição será a partir do dia no período de 16/05/2016 a 17/06/2016 e a seleção no período de 29 de junho a 01 de julho de 2016.
Mais informações sobre:
Pós-Graduação em Química: http://www.ppg.qui.ufmg.br
Curso de Mestrado Profissional de Inovação Biofarmacêutica, PI e Empreededorismo: http://www.pginovacao.icb.ufmg.br/estrcurr.php
Contatos: e-mail: dout-inovacao@qui.ufmg.br
A reflexão metodológica plural, que oferece subsídio a pesquisas multimétodos é uma das características centrais da produção do CEM. Em 2016, o CEM seguirá compartilhando seus avanços metodológicos em Cursos, Seminários e Oficinas sobre Metodologia com pesquisadores e estudantes interessados. A proposta geral é a difusão de metodologia e técnicas de pesquisa em Ciências Sociais.
A oficina Etnografia de Documentos: técnicas e experiência, a ser realizada pela pesquisadora Natália Bermudez (Museo de Antropología de Córdoba, Argentina) acontecerá no dia 15 de junho (quarta-feira), das 14 às 17h, sala 8 do Prédio da Filosofia e das Ciências Sociais, FFLCH-USP. A carga horária total é de 3 horas.
Aberta a todos os interessados, entretanto requer inscrição prévia on line: http://goo.gl/forms/WILBXs3o3i
Ementa: Esta exposição será voltada a um objetivo metodológico: desemaranhar as formas nas quais articulamos os contextos e processos mais gerais e as perguntas de investigação com os modos de fazer trabalho de campo. Recorrendo aos percursos das investigações que a pesquisadora vem desenvolvendo desde 2007 em setores populares de Córdoba (Argentina), ela buscará mostrar como foi necessário colocar alguns questionamentos sobre o olhar acadêmico e especialista que costuma dividir com as perguntas, objetos e interesses parciais a um conjunto de mortes violentas. Sobre este exercício e, a partir das próprias vivências dos seus interlocutores, a pesquisadora vem problematizando como aquelas classificações mais legítimas nos últimos anos em Argentina, produto do reconhecimento da luta das associações e movimentos de direitos humanos que denunciaram o acionar o terrorismo de Estado, acabaram por tornar invisíveis outras mortes produzidas nos setores empobrecidos economicamente.
Atribuído anualmente pela Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP), a distinção, no valor de 8 mil euros, tem como objetivo premiar uma dissertação de mestrado ou doutorado que contribua para a aproximação entre comunidades de língua portuguesa.
As dissertações devem ser redigidas em português e devem ter sido defendidas durante o ano civil imediatamente anterior ao da candidatura com o encaminhamento feito até 31 de julho. A instituição onde a dissertação foi defendida deve ser membro da AULP.
Mais informações e regulamento acesse http://www.aulp.org