Agraciados

 

MENÇÃO ESPECIAL DE AGRADECIMENTO 2016

 

Instituto Euvaldo Lodi - IEL

IEL

O Instituto Euvaldo Lodi - IEL é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, criada em 1969, no Rio de Janeiro, com o objetivo de promover a interação entre instituição de ensino, segmento industrial e demais empresas públicas e privadas.

Inserido na CNI, o IEL/DF é composto por um núcleo central, que define as políticas e diretrizes gerais, com núcleos regionais filiados às federações das indústrias nos diversos estados brasileiros; integra o Sistema Fibra - Federação das Indústrias do Distrito Federal; e tem compromisso de articular ação entre a universidade e a indústria, buscando a união necessária para a realização de objetivos comuns.

O instituto concentra sua coordenação de projetos e programas nas seguintes áreas: Interação Instituição de Ensino e Empresa (Programa de Estágio), Consultoria e Tecnologia, e Gestão Documental. Tem por missão promover o aperfeiçoamento da gestão, a capacitação empresarial e a interação entre as empresas e os centros de conhecimento, contribuindo para a competitividade da indústria do Distrito Federal.

Foto do GE

GE

2013

  • GE Da inspiração à produção

    Como uma empresa global, a GE sempre desenvolveu inovações que seriam úteis no dia-a-dia das pessoas. De Thomas Edison, com a invenção da primeira lâmpada incandescente à construção da primeira   Estação Central de Energia dos Estados Unidos, a GE ajudou a moldar as bases do mundo moderno, redefinindo nossos conceitos de tempo e duração dos dias e até expandindo nosso conhecimento sobre o corpo humano, com a fabricação do primeiro equipamento de raios X.

     

    A GE faz

    A GE é uma companhia de tecnologias avançadas, serviços e finanças, que busca solucionar os desafios mais complexos do mundo. Dedicada à inovações em energia, saúde, transporte e infraestrutura, a GE opera em mais de 160 países e emprega cerca de 300.000 funcionários globalmente.

    Presente no Brasil desde 1919, a GE fornece produtos, serviços e soluções inovadoras para ajudar o País a vencer seus desafios de infraestrutura e melhorar a vida das pessoas. Cuidam da saúde,  desenvolvendo a energia, construindo e movendo o Brasil. Acreditam que, se dá para imaginar, dá para fazer.

    Por mais de um século, o Centro de Pesquisas Global tem sido o motor de inovações da GE. Hoje, cerca de 36 mil técnicos trabalham em unidades de negócios e centros de pesquisas globais, ajudando a resolver alguns dos maiores desafios do mundo por meio da interação entre tecnologia e indústria.

    A GE escolheu o Brasil para receber seu primeiro Centro de Pesquisas Global na América Latina, na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro. Totalizando um investimento de R$ 500 milhões, o Centro sediará 24 mil m² de área construída e uma equipe de até 400 pesquisadores em produtos e soluções aplicadas aos desafios brasileiros. Até o momento, o Centro de Pesquisas conta com 80 pesquisadores trabalhando nas áreas de Sistemas de Bioenergia, Sistemas Inteligentes, Integração de Sistemas e Sistemas Submarinos.


Foto do Academia Brasileira de Ciências (ABC)

Academia Brasileira de Ciências (ABC)

2009

  • Academia Brasileira de Ciências (ABC)

    A Academia Brasileira de Ciências foi fundada em 3 de maio de 1916. Tem por objetivo o reconhecimento da excelência científica, avanço da Ciência no país e difusão de sua importância para o desenvolvimento tecnológico e social do país. A Academia teve papel fundamental na criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e participa de suas atividades desde então. Reconhece o mérito dos principais cientistas do país em suas áreas de atuação, assim como jovens pesquisadores de talento. Promove grupos de estudos em temas científicos de importância para a Sociedade e propõe políticas públicas para o setor. Produz publicações científicas e promove eventos científicos em todo país. Representa o Brasil internacionalmente em Instituições de primeira importância: a Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento - TWAS, o InterAcademy Panel - IAP, o InterAcademy Council - IAC, o G8+5 Academies of Sciences e o Science and Technology for Society Fórum - STS Fórum, estabelecendo convênios internacionais e implementando cientificamente acordos internacionais do Governo Brasileiro, por indicação do MCT. A ABC reúne seus membros em dez áreas: Matemática, Física, Química, Ciências da Terra, Biológicas, Biomédicas, da Saúde, Agrárias, da Engenharia e Sociais, e seu atual presidente é o acadêmico Jacob Palis. A grande maioria de prêmios e distinções científicas nacionais e internacionais reconhecendo o valor da Ciência Brasileira têm sido outorgados a seus membros. O Prêmio Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia, oferecido pelo CNPq em parceria com a Fundação Conrado Wessel, será entregue ao Acadêmico José Murilo de Carvalho por ocasião da Cerimônia de Posse dos Novos Acadêmicos, no dia 5 de maio, no Copacabana Palace, como parte das atividades da Reunião Anual da ABC.


Foto do Secretaria de Políticas para as Mulheres

Secretaria de Políticas para as Mulheres

2011

  • Secretaria de Políticas para as Mulheres

    Criada em 2001 para desenvolver ações conjuntas com todos os Ministérios e Secretarias, a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) estabelece políticas públicas que contribuem para a melhoria da vida de todas as brasileiras. Percorrendo uma trajetória transversal para enfrentar as desigualdades e diferenças sociais, raciais, sexuais, étnicas e das mulheres deficientes, a SPM tem como principal desafio a incorporação das especificidades das mulheres nas políticas públicas e o estabelecimento das condições necessárias para a sua plena cidadania.

    Entre outras ações, a SPM assessora direta e imediatamente a Presidenta da República na formulação, coordenação e articulação de políticas para as mulheres; elabora e implementa campanhas educativas e não discriminatórias de caráter nacional; promove a igualdade de gênero; realiza programas de cooperação com organismos nacionais e internacionais, públicos e privados, voltados à implementação de políticas para as mulheres; acompanha a implementação de legislação de ação afirmativa e definição de ações públicas que visem ao cumprimento dos acordos, convenções e planos de ação assinados pelo Brasil, nos aspectos relativos à igualdade entre mulheres e homens e de combate à discriminação.

    O Brasil é signatário de vários acordos internacionais. São dois os tipos de compromisso firmados pelo governo brasileiro frente à comunidade mundial. O primeiro deles é o compromisso que cria obrigações jurídicas para o país: são os tratados, as convenções ou atos internacionais. São os acordos que lhes conferem o efeito jurídico e a força obrigatória aos direitos reconhecidos. O segundo tipo de compromisso internacional é aquele que não cria obrigação jurídica para o país. São as conferências internacionais, cujos resultados são apresentados sob a forma de uma declaração final. As conferências têm como objetivo criar consenso internacional sobre as matérias discutidas e cada país tem a responsabilidade de decidir como implementar os princípios aprovados pela conferência como parte de suas políticas públicas.

    A Secretaria de Políticas para as Mulheres participa de reuniões internacionais e produz documentos que avaliam a situação das mulheres e o cumprimento de acordos internacionais. Para informar a sociedade sobre o tratamento dispensado à mulher no Brasil, a SPM disponibiliza sistemas de dados, informações e estudos produzidos pela Secretaria e por outras instituições. O objetivo é constituir um banco de dados sobre a mulher, com informações, endereços de núcleos de gênero e bibliografia disponíveis.


Foto do Fundação Conrado Wessel

Fundação Conrado Wessel

2011

  • Fundação Conrado Wessel

    A Fundação Conrado Wessel foi constituída em 1994, a pedido, em testamento, do fotógrafo, cientista e empresário Ubaldo Conrado Augusto Wessel. Seus objetivos são o de incentivar a Arte, a Ciência, a Medicina e a Cultura por meio do Prêmio FCW e patrocinar doações a entidades filantrópicas.

    O Prêmio FCW é o maior prêmio do Brasil, sendo considerado no meio acadêmico como o "Nobel Brasileiro". A premiação acontece anualmente em cerimônia realizada geralmente no mês de junho, na capital paulista. Os concorrentes ao Prêmio FCW são indicados por universidades e instituições representativas de renome. Reconhecimento público, talento inovador, liderança, abrangência social, trabalho incansável, integridade e ética são alguns critérios utilizados para a escolha dos premiados.

    A comissão julgadora é composta por represen- tantes das entidades parceiras da FCW: a Academia Brasileira de Ciências (ABC), Academia Brasileira de Letras (ABL), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq), Conselho Nacional de Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

    O Prêmio FCW de Arte, destinado a Ensaios Fotográficos, reverencia o fundador, industrial e profissional da fotografia, Ubaldo Conrado Augusto Wessel. Os de Ciência, Medicina e Cultura reconhecem perfis de profissionais renomados que se destacaram nos últimos cinco anos. Como associada institucional da ABC, anualmente, a FCW patrocina quatro números dos Anais da Academia Brasileira de Ciências e edita a série "Estudos Estratégicos".

    A Fundação apóia ainda o "Prêmio Almirante Álvaro Alberto" em parceria com o CNPq e o Ministério da Ciência e Tecnologia. Além de conceder anualmente, três bolsas complementares, no exterior, a doutores ganhadores das "Grandes Teses CAPES". O perfil da Fundação Conrado Wessel se complementa com as doações efetuadas, anualmente, a entidades assistenciais sem fins lucrativos: Aldeias Infantis SOS Brasil, Assistência e Promoção Social do Exército da Salvação, Associação Escolar Benjamin Constant, Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Fundação Antonio Prudente, além de 27 entidades dedicadas à criança carente. Desde 2002 a Fundação Conrado Wessel já premiou 74 profissionais.


Foto do Centro de Pesq. e Desenv. Leopoldo Américo Miguez de Melo

Centro de Pesq. e Desenv. Leopoldo Américo Miguez de Melo

2010

  • Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Melo (Cenpes/Petrobrás)

    O Centro de Pesquisas & Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), da Petrobras, é um dos maiores centros de pesquisa aplicada do mundo. Possui robustas instalações experimentais e um corpo técnico de alta qualificação, voltados para a busca de soluções tecnológicas que suportem as metas de negócio da empresa.

    Foi criado em 4 de dezembro de 1963. Desde 1973, está localizado dentro do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde está em curso uma obra de ampliação que duplicará suas instalações, totalizando cerca de 300 mil m². Além disso, o Cenpes conta com cinco núcleos experimentais espalhados pelo país, voltados para as áreas de biolubrificantes, biocombustíveis, garantia de processamento e escoamento, tecnologia de poço e refino. Tais núcleos operam integrados a unidades de negócio da companhia, comprovando a estreita relação entre a pesquisa e as atividades produtivas da Petrobras.

    Dentro da estrutura da companhia, o Cenpes é o gestor do sistema tecnológico da Petrobras e atua em conjunto com as áreas e unidades de negócio em atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e de engenharia básica da empresa. As atividades de P&D estão voltadas para as áreas de exploração e produção de petróleo e gás, abastecimento, energias renováveis e desenvolvimento sustentável. A engenharia básica é responsável pelos primeiros estágios dos projetos de grandes empreendimentos, como plataformas de petróleo e refinarias. Hoje o Centro de Pesquisas conta com 1.610 empregados próprios trabalhando com dedicação exclusiva à inovação, aproximadamente 800 pesquisadores e cerca de 300 engenheiros dedicados à engenharia básica.

    Desde a sua criação, o Cenpes trabalha de forma integrada com diferentes instituições de P&D nacionais e estrangeiras. Por meio da formação e implementação de 50 redes temáticas, a companhia investiu, nos últimos três anos, em média R$ 400 milhões por ano em cerca de 80 universidades e institutos de pesquisa brasileiros, um modelo inovador de parceria tecnológica que reúne diversas instituições brasileiras em torno de temas de pesquisa da área de energia. Atualmente estão em funcionamento 50 redes temáticas, sobre assuntos relacionados aos objetivos de negócio da Petrobras.


Foto do Instituto Agronômico de Campinas (IAC)

Instituto Agronômico de Campinas (IAC)

2010

  • Instituto Agronômico de Campinas (IAC)

    Fundado em 1887, pelo Imperador D. Pedro II, com o nome de Estação Agronômica de Campinas, passou para o Governo do Estado de São Paulo em 1982. O Instituto de pesquisa da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, tem como missão gerar e transferir Ciência e Tecnologia para o negócio agrícola, primando pela otimização dos sistemas de produção vegetal e pelo desenvolvimento sócio-econômico com qualidade ambiental. Atua diretamente sobre a agricultura por meio da preservação do patrimônio genético vegetal, do desenvolvimento de novos cultivares e de processos de manejo de culturas de in- teresse agrícola, com o objetivo de fornecer subsídios técnicos às áreas básicas de desenvolvimento sustentável e agricultura familiar.

    Suas ações garantem a oferta de alimentos à população e matéria-prima à indústria. Conta com 11 Centros de Pesquisa, distribuídos no Estado de São Paulo, casas de vegetação e laboratórios, distribuídos em 1.279 hectares de terras. O programa de pesquisas executa aproximadamente 645 projetos, destacando-se iniciativas nas cadeias de produção do café, citricultura, borracha, cana-de-açúcar, grãos e fibras, horticultura de mesa, além de áreas básicas de solo e clima, fitossanidade vegetal e mecanização agrícola. Os projetos realizados mediante ensaios e testes no campo, em casas de vegetação e em laboratórios, resultam em novos cultivares, novas tecnologias ou novos processos.

    Dispõe de: laboratórios de ciências biológicas que desenvolvem técnicas modernas para a aceleração dos trabalhos de seleção e melhoramento genético das culturas; laboratórios de Engenharia Agrícola para realizar estudos sobre maquinaria agrícola, dinamometria e materiais; além de laboratórios de botânica, citologia e citogenética, biotecnologia, fisiologia de plantas, fitoquímica, biologia molecular, fitopatologia, entomologia, virologia, nematologia e tecnologia de sementes, fibras e fios. Desenvolve pesquisas básicas e aplicadas para dar suporte aos trabalhos de fitotecnia e melhoramento de plantas, visando a obtenção de cultivares mais produtivos e resistentes a pragas, doenças e condições adversas do ambiente de cultivo.


Foto do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA)

Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA)

2010

  • Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA)

    O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, criado pelo Decreto nº 6.834, de 30 de abril de 2009, é o órgão do Comando da Aeronáutica, localizado em São José dos Campos, estado de São Paulo, que tem a missão de planejar, gerenciar, realizar e controlar as atividades relacionadas com a ciência, tecnologia e inovação, no âmbito do Ministério da Defesa.
    Com várias organizações subordinadas e sediadas em dife- rentes localidades, como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica e o Instituto de Aeronáutica e Espaço, em São José dos Campos; o Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão; e o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, em Natal, o DCTA reúne um expressivo contingente de servidores civis de alto nível, entre engenheiros, pesquisadores e técnicos nas mais diversas especialidades e áreas, que atuam em projetos de vanguarda e de grande valor estratégico para o país.
    O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, antes Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial, é resultado da fusão do Departamento de Pesquisas e Desenvolvimento com o então Centro Técnico Aeroespacial, ocorrida em 2005, dando prosseguimento a uma história de mais de meio século, iniciada na década de 40, com a visão e determinação de seus pioneiros, em prol do desenvolvimento e da soberania do Brasil.


Foto do Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)

2010

  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)

    Vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, foi criada em 1973 com a missão de viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura nacional. Presente em quase todos os estados do Brasil, atua nos diferentes biomas e, para ajudar a construir a liderança do país em agricultura tropical, investiu principalmente no treinamento de recursos humanos. Dentre os 8.692 empregados, 2.014 são pesquisadores, 21% com mestrado, 71% com doutorado e 7% com pós-doutorado.
    Coordena o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (SNPA), formado por instituições públicas federais, esta- duais, universidades, empresas privadas e fundações. As tecnologias geradas pelo SNPA mudaram a agricultura brasileira com um conjunto de tecnologias, que permitiu a incorporação dos cerrados no sistema produtivo, tornando a região responsável por 67,8 milhões de toneladas de alimentos, ou seja, 48,5% da produção de 2008.

    Hoje o país é o segundo produtor mundial de soja, após adaptá-la às condições brasileiras. Sua atuação também permitiu que a oferta de carne bovina e suína aumentasse cinco vezes e a de frango 21 vezes, entre 1975 e 2008. No mesmo período, a produção de leite subiu de 7,9 bilhões para 27 bilhões de litros. Mantém 68 acordos de cooperação técnica com mais de 46 países e 89 instituições estrangeiras, e acordos multilaterais com 20 organizações internacionais. Na esfera da transferência de tecnologia para países em desenvolvimento, destaca-se a abertura de projetos nos continentes Africano, Sul-Americano, e na América Central e Caribe.

    A Carteira de Projetos é composta por quase 800 projetos distribuídos nos seis macro programas do Sistema de Gestão da Embrapa. Cada um envolve entre 120 e 550 pesquisadores da Embrapa e de diversas instituições parceiras. Entre os temas, destacam-se alimentos funcionais; agro- energia alternativa; impactos ambientais, econômicos e sociais da bovinocultura de corte; produção sustentável da cana de açúcar para fins energéticos; e zoneamento de riscos climáticos para agricultura familiar, culturas de potencial energético e pastagens.


Foto do Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/MAPA)

Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/MAPA)

2009

  • Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/MAPA)

    A Secretaria de Defesa Agropecuária vem realizando importantes e inéditas parcerias com o CNPq para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no âmbito da defesa sanitária vegetal e saúde animal, da fiscalização de insumos agrícolas e pecuários e na inspeção de produtos de origem animal e vegetal. O atual secretário de Defesa Agropecuária é Inácio Afonso Kroetz. A Secretaria está vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que tem a sua frente o ministro Reinhold Stephanes, com a missão de promover o desenvolvimento sustentável e a competitividade do agronegócio em benefício da sociedade brasileira. Sua atuação baseia-se na busca da sanidade animal e vegetal, da organização da cadeia produtiva do agronegócio, da modernização da política agrícola, do incentivo às exportações, do uso sustentável dos recursos naturais e do bem-estar social, integrando aspectos mercadológicos, tecnológicos, científicos, organizacionais e ambientais, para atendimento dos consumidores brasileiros e do mercado internacional.


Foto do Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SESAN/MDS)

Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SESAN/MDS)

2009

  • Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SESAN/MDS)

    A Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SESAN) tem a missão de formular e implementar a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, promover e coordenar programas do governo nesta área. Seu principal objetivo é garantir aos cidadãos o acesso à comida e água em quantidade, qualidade e regularidade suficientes, de maneira sustentável e respeitando as diversidades culturais. Para isso a SESAN desenvolve ações estruturantes e emergenciais de combate à fome por meio de programas e projetos de produção e distribuição de alimentos, de apoio e incentivo à agricultura familiar, de desenvolvimento regional, de educação alimentar e nutricional e outros voltados a populações específicas, como indígenas e quilombolas, contribuindo assim ao conjunto de estratégias do Fome Zero. O atual secretário Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional é Crispim Moreira. A Secretaria está vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), que tem à sua frente o ministro Patrus Ananias de Sousa.


Foto do Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

2009

  • Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

    Em maio de 1948 um grupo de cientistas e de amigos da ciência decidiu fundar, no Brasil, uma entidade dirigida para o estímulo e a defesa da ciência, nos moldes das que já existiam em outros países. A ata de fundação contou com a assinatura de 265 sócios, número que tem crescido ininterruptamente. Presidida por Marco Antonio Raupp, a SBPC congrega cientistas, técnicos, profissionais, amigos da ciência e estudantes das mais diversas áreas do conhecimento, residentes tanto nos grandes centros como em cidades pequenas, que acreditam na importância da ciência para o desenvolvimento do país. Sua história se confunde com a criação e a consolidação das principais instituições de fomento à ciência, à educação e à pós-graduação do país. Além de sua já consagrada Reunião Anual, a SBPC realiza também reuniões regionais; ambas, oferecem aos cientistas e jovens pesquisadores a oportunidade de divulgar seus trabalhos e suas opiniões sobre temas de interesse científico, tecnológico e social.


Foto do CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

2008

  • CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), criada em 1951, ocupa um papel central na formulação da política e na coordenação do sistema nacional de pós-graduação,
    atuando, principalmente, por meio de quatro grandes linhas de ação: avaliação da pós-graduação stricto sensu, investimentos na formação de recursos de alto nível no país e exterior, acesso e divulgação da produção científica e promoção da cooperação científica internacional.

    A efetiva e reconhecida experiência na capacitação de docentes de 3º grau, a habilidade gerencial na implantação de programas inovadores para a formação de recursos humanos para a docência e a pesquisa e a capacidade de articulação com as instituições de ensino superior habilitaram a CAPES a assumir, em 2007, um novo desafio: ampliar sua missão institucional de forma a atuar, também, na capacitação de docentes para a educação básica, buscando sistematizar e consolidar os programas governamentais voltados para este nível de ensino.


Foto do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa - CONFAP

Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa - CONFAP

2008

  • Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa - CONFAP

    Criado em 2006, o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), no Fórum Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa Professor Francisco Romeu Landi, é uma associação civil sem fins lucrativos que coordena e articula os interesses das FAPs de todo o país na busca pela consolidação dos sistemas estaduais de ciência e tecnologia.

    O CONFAP contribui, ainda, para a articulação técnico-política, o aperfeiçoamento da Política Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação, a definição de diretrizes e prioridades de alocação de recursos visando o aprimoramento do processo de desenvolvimento científico e tecnológico em todo território nacional.


Foto do DECIT - Departamento de Ciência e Tecnologia

DECIT - Departamento de Ciência e Tecnologia

2008

  • DECIT - Departamento de Ciência e Tecnologia

    O Departamento de Ciência e Tecnologia (DECIT), da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde,
    tem como principal objetivo aproximar o fazer científico do universo de tomada de decisão e formulação de políticas públicas pelos gestores da saúde.

    O DECIT direciona suas ações para implementar e monitorar a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde e a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde. Numa parceria profícua, estruturada de forma mais efetiva a partir de 2004, o DECIT e o CNPq lançaram juntos 31 editais, em temas diversos, e celebraram convênios com 26 estados, visando a implementação do Programa Pesquisa para o SUS. Para viabilizar estas ações, o DECIT, entre 2004 e 2007, descentralizou recursos para o CNPq na ordem de R$ 150 milhões.


Foto do CNI - Confederação Nacional da Indústria

CNI - Confederação Nacional da Indústria

2008

  • CNI - Confederação Nacional da Indústria

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI), fundada há 70 anos, tem a missão de defender e representar a indústria brasileira na promoção de um ambiente favorável aos negócios, à competitividade e ao desenvolvimento sustentável do país. No cumprimento de sua missão, a CNI contribui na formulação de políticas públicas e no estudo sobre as grandes questões nacionais.

    Sua visão estratégica está centrada em uma indústria de classe mundial, com capacidade de produção de bens inovadores e de qualidade. Para isso, reúne 27 federações de Indústrias dos Estados e do Distrito Federal, com mais de mil sindicatos filiados. Por intermédio de seus braços sociais, o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a CNI capacita milhões de trabalhadores da indústria, contribuindo para o desenvolvimento pleno e sustentável do Brasil.


Foto do SAF - Secretaria da Agricultura Familiar

SAF - Secretaria da Agricultura Familiar

2008

  • SAF - Secretaria da Agricultura Familiar

    A Secretaria da Agricultura Familiar, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, tem realizado inúmeras iniciativas em políticas públicas para o fortalecimento da agricultura familiar. A segurança alimentar, o esverdeamento dos sistemas de produção, a redução da pobreza rural, a geração de renda e a agregação de valor compõem os quatro eixos que determinam a atuação da SAF, cuja articulação de políticas e programas deverão convergir.

    Para operacionalizar os eixos de ação, a SAF utiliza instrumentos importantes para a mudança econômica, social e ambiental, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER), ações do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), ações do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodisel e o Seguro da Agricultura Familiar (SEAF).

    A SAF coordena, ainda, iniciativas para o desenvolvimento e fortalecimento de atividades rurais não agrícolas, a geração de renda e agregação de valor, produtos e mercados diferenciados, agroindústria familiar, políticas setoriais como o leite e a castanha e, recentemente, o Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar (PGPAF).

    Todas estas iniciativas são reforçadas pelo compromisso da SAF em contribuir, decisivamente, com as entidades parceiras, organizações da sociedade civil, instituições públicas de Assistência Técnica e Extensão Rural e pesquisa e representações sociais da agricultura familiar, na construção do desenvolvimento rural sustentável e solidário.


Foto do Alex Canziani

Alex Canziani

2006

  • Alex Canziani

    Alex Canziani é graduado em direito pela Universidade Estadual de Londrina, Paraná, e profissional da área de registro de imóveis. Sua carreira política iniciou-se em 1989 com o mandato de vereador de Londrina. Duas vezes presidente da Associação de Vereadores do Médio Paranapanema (Avempar) e vice-prefeito de Londrina, Canziani foi eleito como deputado federal em 1998. De 1991 a 1998 participou, como observador Político-Cultural e Empresarial, de missões oficiais em viagens de estudos à Ásia, América Central, EUA, França e Itália.

    Em 99 assumiu a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Paraná e posteriormente presidiu a Subcomissão de Turismo da Câmara dos Deputados, nos anos de 2001 e 2002. Reeleito como deputado federal em 2002, é presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Educação Profissional, presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Turismo, membro da Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias e membro titular da Comissão Especial que dispõe sobre acesso a informações da Internet. Foi fundador e vice-presidente do Conselho da Associação Tecnológica de Londrina (ADETEC).

    Canziani foi condecorado como Conselheiro Curador Honorário de Honra pelo Londrina Convention & Visitors Bureau. Atualmente é presidente do Diretório Estadual do Partido Trabalhista Brasileiro e suplente da Comissão Permanente de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.


Foto do Ariosto Holanda

Ariosto Holanda

2006

  • Ariosto Holanda

    Deputado Federal pelo PSB/CE, Ariosto Holandaé formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Ceará, pós-graduado em Engenharia Biomédica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e especialista em Instrumentação de Processos Industriais pela Petrobras. Como professor universitário já lecionou na Universidade Federal do Ceará (UFC), foi coordenador do curso de Engenharia Química da UFC e coordenador do curso de Engenharia Elétrica da UNIFOR, em Fortaleza. Foi também engenheiro da Petrobras e da Companhia de Energia Elétrica do Ceará e membro da Comissão de Tecnologia Industrial Básica (CNPq/FINEP). Presidiu o Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (NUTEC) e exerceu os cargos de Secretário de Indústria e Comércio e Secretário de Ciência e Tecnologia do Ceará.

    Iniciou sua carreira parlamentar como deputado federal em 1991. No Congresso Nacional, foi titular, em 1992, da CPI Mista sobre o atraso tecnológico do país. Na Câmara dos Deputados, é membro da Comissão Permanente de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e da Comissão de Educação e Cultura. Como titular do Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica, Ariosto Holanda relatou o projeto Biodiesel e Inclusão Social.

    É autor de seis obras publicadas nas áreas de Ciência e Tecnologia, responsabilidade social e educação para o trabalho. Recebeu os prêmios: Medalha da Ordem Nacional do Mérito Científico, Medalha Nacional do Mérito Educativo e Destaque da Academia Cearense de Ciências.


Foto do Carlito Merss

Carlito Merss

2006

  • Carlito Merss

    Carlito Merss é professor, industriário e parlamentar do PT/Se. No ano de 1998, assumiu seu primeiro mandato como deputado federal. Na Câmara dos Deputados, apresentou o projeto que obriga fabricantes de cigarro a ressarcirem o SUS das despesas causadas pelo consumo do tabaco; a emenda constitucional que estabelece concurso público para Ministros do TCU, profissionalizando e evitando a influência política na definição da corte suprema daquele órgão; e o projeto que proíbe o jateamento de areia, prática que provoca a silicose, doença irreversível dos pulmões. Em 2002, foi reeleito como deputado federal. Em 2004, foi indicado pela Presidência da Câmara para sistematizar propostas em andamento sobre a tabela do Imposto de Renda.

    Atualmente, Carlito é membro titular da Comissão Mista do Orçamento, tendo sido nomeado relator setorial da área de educação, ciência e tecnologia, esportes e cultura em 2004, Relator Geral do Orçamento da União em 2006 e membro titular da Comissão de Finanças e Tributação e da Comissão Especial da Reforma Tributária. Durante sua atuação parlamentar já desempenhou missões oficiais de representação da Câmara dos Deputados, do Partido dos Trabalhadores e do governo Lula na Índia, China, Chile, Uruguai, Argentina, Itália, México e Rússia.

    Formado em Economia pela UNMLLE de Santa Catarina e Pós.Graduado em Economia do Trabalho pela UNICAMP, Carlito é professor licenciado do Colégio Celso Ramos e do Colégio CEDUP, em Joinville, Santa Catarina, tendo lecionado também na UNMLLE, em Joinville (SC).


Foto do Eduardo Campos

Eduardo Campos

2006

  • Eduardo Campos

    Eduardo Campos, Deputado Federal pelo PSBIPE, formou-se em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco aos 20 anos. Em 1986, tornou-se Chefe de Gabinete do governo de Miguel Arraes, participando diretamente da criação da primeira Secretaria de Ciência e Tecnologia do Nordeste e da primeira Fundação de Amparo à Pesquisa da região, a FACEPE. Eleito para o Congresso Nacional, em 1995 assumiu o cargo de Secretário da Fazenda do Estado de Pernambuco. Na Secretaria da Fazenda, também participou de várias iniciativas na área de Ciência e Tecnologia e apoiou o trabalho da Fundação de Amparo à Pesquisa. Em 1998, foi reeleito para a Câmara dos Deputados.

    Em 2003, Eduardo Campos foi empossado como Ministro de Ciência e Tecnologia. Em sua gestão, o MCT deixou de ser um órgão restrito aos interesses das comunidades científicas e acadêmicas e se transformou em um mecanismo capaz de colocar os conhecimentos dos cientistas à disposição da sociedade.

    Como Ministro da Ciência e Tecnologia, atuou na articulação e aprovação do Programa de Biossegurança, que permite a utilização de células-tronco embrionárias para fins de pesquisa. 1ambém conseguiu unanimidade no Congresso para aprovar a Lei de Inovação Tecnológica, resultando no marco regulatório entre empresas, universidades e instituições de pesquisa. Em 2005, Eduardo Campos assumiu a presidência nacional do PSB.


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